Mercado abrirá em 9 h 37 min
  • BOVESPA

    105.069,69
    +603,69 (+0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.597,29
    -330,11 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    67,88
    +1,62 (+2,44%)
     
  • OURO

    1.787,30
    +3,40 (+0,19%)
     
  • BTC-USD

    49.084,95
    +21,07 (+0,04%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.260,59
    -181,17 (-12,57%)
     
  • S&P500

    4.538,43
    -38,67 (-0,84%)
     
  • DOW JONES

    34.580,08
    -59,72 (-0,17%)
     
  • FTSE

    7.122,32
    -6,89 (-0,10%)
     
  • HANG SENG

    23.545,69
    -221,00 (-0,93%)
     
  • NIKKEI

    27.850,00
    -179,57 (-0,64%)
     
  • NASDAQ

    15.734,00
    +16,25 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3830
    -0,0123 (-0,19%)
     

Mulheres de tradicional família carioca comandam produção de cachaça orgânica no interior do Rio

·2 min de leitura

Luiza e Joana Almeida Braga, mãe e filha, nunca foram grandesconsumidoras de bebida alcoólica. Uma tacinha de champanhe numa festa ou uma caipirinha num almoço especial, e olhe lá. Mas, agora, as duas comandam a produção da cachaça que está dando o que falar aqui e lá fora. A Pindorama (primeiro nome do Brasil, que significa terra das palmeiras em tupi-guarani) começou a fazer sucesso inicialmente na Inglaterra, na Espanha e em Portugal, onde a família carioca possui uma quinta e passa grande parte do ano. Só há poucos meses chegou a endereços do eixo Rio-São Paulo. “Nunca tinha tomado um copinho de cachaça na vida, até minha caipirinha era de vodca”, conta Luiza. Joana emenda: “O fato é que os brasileiros não valorizam a cachaça. Queremos mudar esse quadro com um produto de alto nível”.

A história começou uma década atrás, quando o banqueiro Antônio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha, que morreu em janeiro, aos 94 anos, adquiriu a centenária Fazenda das Palmas, no interior do Rio, e a família descobriu que havia um alambique na propriedade. E não era um alambique qualquer, era o segundo mais antigo do Rio. A estrutura foi totalmente reformada, a cana-de-açúcar começou a ser plantada e a cachaça, destilada. “Foi o último projeto de que o Braga participou ativamente, então guardamos carinho especial. Ele gostava de uma caipirinha de limão com cachaça”, comenta a viúva.

Atualmente, são produzidos 20 mil litros no caldeirão original do alambique da Fazenda das Palmas, propriedade aberta a visitação e hospedagem. A plantação de cana é em regime de agrofloresta. Grande parte continua indo para a Europa. No Rio, está nos bares dos hotéis Fasano e Arpoador e no quiosque Delamare, na Praia de Ipanema. Até o fim do ano, a família pretende lançar a versão envelhecida.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos