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Mulheres têm menor presença nas áreas de tecnologia e ciência

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No Brasil, apenas 34% dos graduados em C&T são mulheres. Foto: Getty Images.
No Brasil, apenas 34% dos graduados em C&T são mulheres. Foto: Getty Images.
  • Em estudo conjunto, Brasil, Argentina e México tem um terço de mulheres profissionais trabalhando com tecnologia e ciência;

  • Segundo a Revelo, plataforma de recrutamento, área de desenvolvedor é a mais procurada;

  • Apenas 20% dos cargos ocupados desse campo são de mulheres.

De acordo com pesquisa do Cippec (Centro de Implementação de Políticas Públicas para Igualdade e Crescimento) com ajuda da Salesforce, a presença feminina configura apenas um terço dos profissionais trabalhando nos ramos da ciência e tecnologia no Brasil, na Argentina e no México, ainda que as mulheres sejam a maioria nas universidades desses países.

Dos graduados em C&T (ciência e tecnologia), no Brasil, 34% são mulheres, configurando somente 20% dos profissionais empregados da área.

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Segundo o estudo, na Argentina, as mulheres representam 41% dos formados, enquanto no México, 31%. Com relação a situação empregatícia a questão complica ainda mais, já que a porcentagem diminui respectivamente para 24% e 20%.

Na Revelo, marketplace de talentos, a profissão de desenvolvedor é a mais procurada na área da tecnologia. De janeiro até agosto de 2021, a busca cresceu mais de 50% em relação ao mesmo período de 2020.

Ainda assim, a empresa de recrutamento afirma que, no último semestre, só 20% dos cargos de desenvolvedor é ocupado por mulheres.

Seguindo a perspectiva da classificação da área, apenas 29% das desenvolvedoras situavam-se na posição de sênior. Nas funções júnior, contudo, haviam mais de 40%.

De acordo com a Revelo, outro aspecto que reflete a desigualdade é o salário, com uma média entre R$ 6.400 e R$ 9.700. Entretanto, apenas 30% das mulheres recebem esse valor.

As informações são da Folha de São Paulo.

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