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5 mulheres mais influentes no mercado financeiro

As mulheres galgaram posições mais significativas no mercado, apresentando líderes disruptivas que estão entre as mais poderosas em finanças globais.

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Prova disso são os anúncios recentes do mercado financeiro, que colocou mulheres em cargos do topo: Jane Fraser foi nomeada presidente e CEO do banco Citi, tornando-se a primeira mulher a comandar um grande banco americano. Do outro lado do Atlântico, outra mulher está pronta para assumir as rédeas de um gigante da Grã-Bretanha: Alison Rose foi nomeada Chefe Executiva da RBS.

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Os pesquisadores da Universidade de Stanford publicaram um estudo, em setembro, sugerindo que uma empresa com um alto nível de diversidade de gênero faz com que os preços das ações subam. Os pesquisadores descobriram que combater a desigualdade faz mais do que criar um precedente para futuras líderes femininas, e transforma a maneira como os acionistas interagem com as empresas.

“Isso vai além de dizer que a diversidade é uma boa ideia porque é ética”, disse a Dra. Margaret Ann Neale, professora de administração e pesquisadora da Stanford Graduate School of Business. “Os acionistas estão dizendo ‘Se você não é tão diverso como queremos, haverá consequências econômicas’'”.

Os pesquisadores do Stanford GSB notaram que as empresas do setor financeiro com maior diversidade de gênero viram um aumento nos preços das ações. A resposta é os investidores acreditam que as empresas que combatem desigualdade entre homens e mulheres são mais éticas e menos propensas a atrair atenção política negativa, além de serem mais inclinadas a pensarem fora da caixa.

1 - Jane Fraser, Presidente do banco Citigroup

Nomeação: outubro de 2019

Quando ela ingressou na empresa: 2004

Reflexões sobre a diversidade de gênero: “Quando fui encarregada da América Latina, havia algumas manchetes bastante negativas na imprensa mexicana sobre ter uma mulher com essa responsabilidade”, disse Fraser ao Breaking News Report. “Isso foi visto como um insulto no México”.

2 - Alison Rose, nomeada CEO da RBS

Nomeação: novembro de 2019

Quando ela ingressou na empresa: 1992

Reflexões sobre a diversidade de gênero: “No início da minha carreira, eu era como a maioria das pessoas, muito cega ao gênero”, disse Rose à Insider Media Limited . “Quando cheguei a um certo nível, olhei em volta e não havia outras mulheres. De repente, você é a única mulher em uma sala e realmente você se destaca”, contou.

3 - Ana Botin, presidente executiva do Santander

Nomeação: setembro de 2014

Quando ela ingressou na empresa: 1989

Reflexões sobre a diversidade de gênero: “Depois de anos atuando como executiva, vi o suficiente para saber que, no geral, as mulheres não são tratadas de maneira justa”, escreveu Botin em um post no LinkedIn. “Mas eu sempre ouvi o feminismo igualado à ideia de estabelecer cotas e minha reação instintiva foi contra a definição de cotas.”

4 - Eileen Murray, co-CEO da Bridgewater Associates

Nomeação: 2014

Quando ela entrou na empresa: 2008

Reflexões sobre a diversidade de gênero: “Comecei a entender que as pessoas estavam tendo problemas com cor e gênero quando me tornei mais velha, depois comecei a ver um pouco mais de ‘Ei, essas pessoas jogam golfe juntas ou fazem isso e aquilo’, enquanto eu acreditava que só chegaria lá se trabalhasse duas vezes mais”, explicou.

5 - Thasunda Duckett, CEO da Chase Consumer Banking, JPMorgan Chase & Co.

Thasunda Brown Duckett (Foto: Leon Bennett/WireImage)

Nomeação: setembro de 2016

Quando ela ingressou na empresa: 2004

Reflexões sobre a diversidade de gênero: “Quando eu entrar em uma sala, você verá minha raça e meu gênero”, disse Duckett na cúpula do grupo da próxima geração das mulheres mais poderosas da Fortune. “Só acho que precisamos parar de nos desculpar e tentar nos encaixar na sociedade.”