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Mulheres entram com ação coletiva contra Google por diferenças salariais

·2 minuto de leitura
Seattle, USA - Feb 26, 2020: The new Google building in the south lake union area late in the day with a reflection of clouds.
Representantes afirmaram que Google pagava cerca US$ 16.794 mi a menos para mulheres
  • Grupo de mulheres entrou com ação coletiva contra o Google

  • Motivo foram as diferenças salariais entre elas e homens

  • Segundo o grupo, Goole pagava US$ 16.794 milhões a menos por ano para mulheres

Cerca de 10,8 mil mulheres entraram uma ação coletiva movida contra o Google por diferenças salariais com colegas do gênero masculino que fazem o mesmo trabalho delas. A ação foi certificada pelo juiz estadual Andrew Y.S. Cheng, de São Francisco, que permitiu que quatro delas representassem o todo. As informações são da Bloomberg.

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“Esta ordem mostra que é fundamental que as empresas priorizem pagar as mulheres de forma equitativa em vez de gastar dinheiro lutando contra elas em processos judiciais”, diz Kelly Dermody, a advogada que representa as mulheres.

Em julho, as representantes afirmaram que o Google pagava aproximadamente US$ 16.794 milhões (cerca de R$ 84,3 milhões na cotação atual) a menos por ano do que "o homem em situação semelhante". A citação foi feita com base em na análise de um economista da Universidade da Califórnia, David Neumark.

O grupo alega violações da Lei de Igualdade Salarial da Califórnia e pede US$ 600 milhões (algo como R$ 3 bilhões) em indenização. 

Segundo a advogada, o próximo passo é levar o caso a julgamento em 2022. 

O que diz o Google

Em comunicado, o Google afirmou que conduziu uma análise nos últimos oito anos para garantir a justiça na distribuição de bônus, salários e prêmios em ações. “Se encontrarmos quaisquer diferenças no pagamento proposto, incluindo entre homens e mulheres, fazemos ajustes para cima para removê-los antes que a nova compensação entre em vigor”, afirmou a companhia. 

Apesar de dizer que 2,352 funcionários receberam mais "em quase todas as categorias demográficas", a companhia de tecnologia pagou US$ 2,6 milhões (R$ 13 milhões) depois de uma alegação do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. O órgão dizia que o Google pagava mal engenheiras de software discriminava asiáticos que se candidatam a vagas na empresa. 

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