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Mulheres ainda estão para trás nos fundos de investimento da AL

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- As mulheres constituem a maior parte da força de trabalho nos fundos latino-americanos, mas apenas uma fração delas alcança cargos de decisão sênior e um número ainda menor possui empresas de gestão de recursos.Apenas 37% dos 28 fundos pesquisados tinham mulheres em cargos de alta administração e apenas 25% eram controlados maioritariamente por elas, de acordo com um estudo divulgado na quarta-feira pela UNWomen e pela consultoria Value for Women. Mais da metade dos fundos também não tem ações específicas de recrutamento e promoção de profissionais do sexo feminino.

O compromisso público de investir com maior visão social e de gênero cresceu no setor, mas apenas 43% dos fundos tinham metas específicas para incluir negócios liderados por mulheres em suas carteiras, constatou a pesquisa.

Masculinidade, privilégios e estruturas de classe prevalecem dentro do setor e isso dificulta mudanças sistêmicas, de acordo com a pesquisa, que também incluiu 15 entrevistas com profissionais do setor. As mulheres não são as únicas a ficar de fora: apenas 11% dos fundos tinham estratégias que abordavam as desigualdades nas populações negra e indígena ou na comunidade LGBTQ.

Leia mais: as mulheres conseguem os melhores empregos em fundos, mas não as que administram dinheiro

“Apenas 6% de todos os investimentos de capital de risco e apenas 5% dos financiamentos que chegam à América Latina e Caribe vão para as empresárias”, disse Maria Noel Vaeza, diretora regional da UNWomen, antes da divulgação do relatório, o primeiro publicado pela organização para medir o enfoque de gênero nos investimentos.

A pesquisa foi feita com 72 profissionais de fundos de capital de risco e de private equity, como gestores de carteiras, investidores anjos e grupos de investidores, 28 dos quais responderam. Entre os fundos que divulgaram seu portfólio, os ativos administrados foram em média de US$ 290 milhões.

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©2021 Bloomberg L.P.

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