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Mulher trans é agredida e mordida durante ação de campanha em SP

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Patrícia Borges mostra as marcas da mordida que recebeu (Arquivo Pessoal)
Patrícia Borges mostra as marcas da mordida que recebeu (Arquivo Pessoal)

Uma mulher transexual que colabora com a campanha da candidata à vereadora Erika Hilton (PSOL), também mulher trans, foi atacada com mordidas durante ação da campanha nesta terça (10), em frente ao Shopping Center 3, na Avenida Paulista, em São Paulo.

A colaboradora Patrícia Borges foi agredida fisicamente e verbalmente por uma mulher abordada pela equipe de Hilton durante a ação de campanha. De acordo com Borges, em relato ao UOL, ela foi agredida com golpes de barra de ferro e mordidas pela suposta agressora e dois homens.

"Ela foi abordada primeiramente por outra pessoa que estava comigo e fui reforçar a importância de eleger a primeira vereadora transexual, travesti, preta, periférica, e que a gente precisava de alternância de poder. Ela me disse 'eu não vou votar em travesti' e começou a me xingar", afirmou Patrícia.

A agressora teria ido a uma banca de jornal e pegado um pau de selfie de ferro para tentar agredir Patrícia, que foi ajudada por uma pessoa que estava na banca de jornal próxima ao local da agressão.

Patrícia e mais duas assessoras da campanha, acompanhadas de um advogado membro da Comissão de Diversidade da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), registraram a ocorrência no 78º Distrito Policial, no no bairro do Jardins.

A candidata Erika Hilton afirmou que não é a primeira vez que sua campanha foi atacada, mas até o momento, os acontecimentos se restringiam ao campo virtual.

“Hoje esse fato lamentável e triste mostra exatamente como estamos sendo perseguidas, atacadas e até mesmo agredidas fisicamente. Nossas apoiadoras, pessoas que estão em nossa campanha sendo atacadas, mordidas nas ruas... Essa é uma demonstração aberta do quanto temos caminhado e avançado contra o ódio, contra o fascismo, e o quanto a política institucional calcada no racismo, na transfobia, na misoginia não nos querem ver avançar, não nos querem ver vencer”, disse a candidata ao UOL.