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Mulher pede ajuda e relata agressões do marido em bilhete na escola do filho

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Young woman is sitting hunched at a table at home, the focus is on a man's fist in the foregound of the image
No bilhete, a vítima pedia: “Por favor, me ajude. Estou sendo espancada.". (Foto: Getty Images)

Por meio de um bilhete colocado junto da matrícula escolar do filho, uma mulher de 28 anos conseguiu pedir ajuda e relatar as constantes agressões físicas que vinha sofrendo por parte do companheiro. O caso aconteceu em um Centro Educacional no bairro do Farol, em Maceió (AL) na tarde de terça-feira (9).

A PM (Polícia Militar) foi acionada pela direção e prendeu o suspeito em flagrante sob a acusação de violência doméstica.

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No bilhete, segundo o portal UOL, a vítima pedia: “Por favor, me ajude. Estou sendo espancada. Não posso falar. Estou com hematomas na perna e meu filho foi seriamente sofrido (sic) por psicológico. Ele me bateu com o facão. Me ajude, ele não me deixa falar, me ameaça toda hora. Não consigo mais ficar calada, eu me cansei. Não me ignore.”

No momento, a mulher estava dentro da escola junto com o filho, enquanto o homem aguardava na portão. Ao receber o bilhete junto com a matrícula, a servidora da escola saiu e imediatamente foi até a direção. O Batalhão de Polícia Escolar da PM foi acionado e prenderam o investigado ainda na calçada, e sem esboçar reação.

Segundo os relatos da vítima, o companheiro a espancou nos últimos dias usando um facão, e tudo na presença do filho. Ela também contou que era ameaçada constantemente a não procurar a polícia.

A mulher tinha escoriações e hematomas pelo corpo e se submeteu a exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal) do município.

O resultado será entregue à DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) onde a investigação do caso prosseguirá. Uma medida protetiva para a mãe e para a criança está sendo elaborada.

O suspeito está preso e aguardava audiência de custódia. A Seduc (Secretaria de Estado da Educação) informou que não repassará informações porque o caso corre em sigilo para preservar a identidade do estudante e da mãe dele.