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Mudanças no comando das investigações sobre a morte de Marielle por parte do MP deve retardar ainda mais conclusão do caso

Vera Araújo e João Paulo Saconi
·1 minuto de leitura
Foto: Divulgação

Ao assumir nesta sexta-feira o cargo de procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos defendeu o combate às milícias e anunciou mudanças nos comandos dos grupos especiais. A troca de equipes vai afetar o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), responsável pelas investigações dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes. As promotoras Simone Sibilio e Letícia Emile, que estavam à frente do caso, devem voltar para seus órgãos de execução. O novo procurador-geral afirmou que não haverá atrasos no processo.

— Todos estão exonerados a partir de amanhã (este sábado). Então, estou montando a equipe, que passa por um desejo meu e de quem vai ser convidado. Algumas pessoas têm recusado. Estão cansadas, já deram sua contribuição. Vamos demorar um pouquinho porque queremos dar um novo formato, e essa é a hora. Mas não pretendo prejudicar nenhuma investigação — disse Mattos, ressaltando a qualidade do trabalho de todos os membros do Ministério Público do Rio.

Nesta sexta, parentes de Marielle e Anderson Gomes, além da Defensoria Pública, foram comunicados sobre a saída das promotoras do caso. Assim como a Delegacia de Homicídios da Capital já trocou três vezes de delegados, o que na visão de parentes ocasionou um atraso às investigações, há um receio de que a elucidação do caso fique cada vez mais longe de ser alcançada ou que o assunto caia no esquecimento. A viúva de Marielle Franco, a vereadora Monica Benicio (PSOL), foi à posse do novo procurador-geral para pedir mais empenho na apuração do crime. Ao GLOBO, ela comentou o movimento dentro do MP, e disse ser imposível imaginar o tamanho do dano e atraso por conta da troca de equipe a esta altura.