Mercado fechará em 2 h 24 min
  • BOVESPA

    124.229,14
    +2.428,35 (+1,99%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.070,45
    +202,13 (+0,40%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,16
    -2,79 (-3,77%)
     
  • OURO

    1.818,70
    +6,10 (+0,34%)
     
  • BTC-USD

    39.807,39
    -1.198,23 (-2,92%)
     
  • CMC Crypto 200

    973,48
    +12,58 (+1,31%)
     
  • S&P500

    4.399,40
    +4,14 (+0,09%)
     
  • DOW JONES

    34.955,21
    +19,74 (+0,06%)
     
  • FTSE

    7.081,72
    +49,42 (+0,70%)
     
  • HANG SENG

    26.235,80
    +274,77 (+1,06%)
     
  • NIKKEI

    27.781,02
    +497,43 (+1,82%)
     
  • NASDAQ

    15.005,25
    +49,50 (+0,33%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,0789
    -0,1091 (-1,76%)
     

Mudanças ministeriais não ameaçam política econômica e vão reforçar sustentação no Senado, diz Guedes

·2 minuto de leitura
Ministro Paulo Guedes

(Reuters) - O desmembramento do Ministério da Economia com a criação de um Ministério do Trabalho não ameaça o coração da política econômica, disse nesta quinta-feira o ministro Paulo Guedes, acrescentando que a mudança faz parte de um rearranjo mais amplo que contribuirá para fortalecer a sustentação do governo no Senado.

Guedes frisou que Onyx Lorenzoni, que deve deixar o comando da Secretaria-Geral da Presidência para assumir a nova pasta do Trabalho, é inteiramente alinhado ao programa econômico do governo e tem estado envolvido com a discussão dos projetos da Economia desde a campanha eleitoral.

"Nós construímos juntos a proposta de Renda Brasil, de renda básica de cidadania, da ideia da carteira digital verde amarela, para criar emprego. Então o Onix é como se fosse parte de uma equipe econômica", disse Guedes a jornalistas após participar de evento no Ministério da Defesa.

"Está havendo uma reorganização interna sem nenhuma ameaça ao coração da política econômica, zero ameaça", afirmou o ministro.

Guedes disse que já houve um acordo para que o atual secretário Especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, assuma o que chamou de secretaria-geral do novo ministério "para dar seguimento aos programas que desenhamos juntos".

Segundo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro já sofreu inúmeras pressões pelo desmembramento do seu ministério, mas nunca aceitou mudanças que pudessem afetar a política econômica.

O ministro afirmou que a ideia de deslocar Onix agora para uma nova pasta se deu a partir da decisão de Bolsonaro de levar para a Casa Civil o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que Guedes avaliou como um "grande apoiador das nossas reformas" e um "profissional da política".

"Sempre se reclamou que o presidente estava com o diálogo interrompido no Senado, que estava com problemas, então é um movimento natural", disse Guedes, acrescentando que as mudanças contribuirão para fazer avançar as propostas econômicas do governo.

O atual chefe da Casa Civil, o general da reserva Luiz Eduardo Ramos, que deve assumir a Secretaria-Geral, estava fazendo um trabalho importante de coordenação dos orçamentos dos ministérios, acrescentou Guedes.

(Por Isabel Versiani)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos