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Mudanças climáticas podem tornar arco-irís mais frequentes

Um novo estudo revelou uma consequência das mudanças climáticas um pouco inusitada: poderemos ver um arco-íris no céu com mais frequência. Cientistas preveem um aumento de até 5% na ocorrência desse fenômeno até o ano de 2100.

A descoberta foi feita por um grupo de pesquisadores que estuda efeitos menos óbvios das alterações no clima. Através de um modelo computacional, a equipe mediu a quantidade de dias no ano que se deve haver condições favoráveis para o surgimento de pelo menos um arco-íris em todo o mundo.

De acordo com os resultados, entre 21 e 34% do planeta tende a ter menos arcos-íris, enquanto 66 a 71% verá um aumento nos dias em que eles aparecem. O estudo indica que estas últimas serão, principalmente, locais de altitudes elevadas, mais próximos aos polos, pouco populosos ou ilhas. Regiões mais populosas e poluídas caem nas áreas que verão menos do fenômeno.

O arco-íris é formado pela refração da luz em gotículas de água na atmosfera (Imagem: Zoltan Tasi/Unsplash)
O arco-íris é formado pela refração da luz em gotículas de água na atmosfera (Imagem: Zoltan Tasi/Unsplash)

Ainda que sejam uma bela visão, os arcos-íris não devem compensar o aumento em eventos extremos de chuvas e secas que acompanham as mudanças climáticas. De qualquer forma, a intenção dos pesquisadores com esta pesquisa era investigar mudanças mais sutis, que podem ter efeitos no bem-estar e na conexão das pessoas com a natureza.

Kimberly Carlson, cientista da Universidade de Nova York que liderou a pesquisa, afirma que “as mudanças climáticas terão efeitos muito invasivos na vida humana, mas mudanças mais intangíveis – como na luz e no som – também merecem atenção dos pesquisadores.”

Os resultados do estudo foram publicados no periódico Global Environmental Change.

Fonte: Canaltech

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