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MPF e DPU ajuízam ação contra Bolsonaro por racismo ao chamar cabelo de negro de 'criador de baratas'

·1 minuto de leitura

O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) ajuizaram uma ação civil pública contra a União e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), por prática de racismo. A ação ocorre após Bolsonaro fazer comentários associando o cabelo "black power" de um apoiador negro à sujeira.

Durante uma conversa do presidente com simpatizantes na saída do Palácio do Alvorada, ocorrida no dia 8 de julho, ele se referiu ao apoiador, o missionário Maicon Sullivan, como um"criador de barata".

— Como está a criação de barata ai? Olha o criador de barata aqui — afirmou Bolsonaro, na ocasião, rindo e apontando para Sullivan. — Você não pode tomar ivermectina que vai matar seus piolhos.

Segundo a ação do MPF e da DPU, os atos praticados pelo presidente refoçam "estereótipos raciais negativos e caracterizam discriminação e intolerância contra pessoas negras". Bolsonaro já havia feito comentários semelhantes a Sullivan em maio deste ano, também durante uma conversa na saída do Alvorada.

Após as declarações do dia 8 de julho, Bolsonaro convidou o missionário para sua live semanal e disse que se tratava de uma brincadeira. Na transmissão, o apoiador negou que tenha se ofendido pelo comentário do presidente. Ele então voltou a comentar sobre seu cabelo e perguntou quantos banhos ele tomava por mês.

O MPF pede para que seja determinada a retirada das redes sociais de Bolsonaro e da rede oficial da Presidência da República as manifestações ofensiva. Pede também a condenação do presidente à publicação de uma retratação nos meios de comunicação oficial e na grande imprensa.

Além disso prevê o pagamento de indenização por dano moral coletivo, no valor mínimo de R$ 5 milhões, que será revertido ao Fundo de Direitos Difusos.

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