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MPF denuncia executivos acusados de cartel no metrô de Rio e São Paulo

Redação Notícias
·2 minutos de leitura
SAO PAULO, BRAZIL - MAY 04: Passengers wearing face masks sit on a subway car amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic on May 4, 2020 in Sao Paulo, Brazil. The use of protective masks against the coronavirus (COVID-19) becomes mandatory in the public transport of Sao Paulo State. The measure applies to the subway, trains, and buses. According to the Brazilian Health Ministry, Brazil has 105.222 positive cases of coronavirus (COVID-19) and a total of 7.288 deaths. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)
(Foto: Getty Images)

O Ministério Público Federal, por meio da Lava Jato, denunciou hoje cinco executivos de empreiteiras acusados de formar um cartel entre 1998 e 2014 para fraudar licitações em obras do transporte público em oito capitais, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro.

Se a denúncia for aceita, eles se tornam réus e responderão por crimes contra a ordem econômica.

Os acusados são Benedicto Barbosa da Silva Júnior (ex-diretor de infraestrutura da Odebrecht), Márcio Magalhães Duarte Pinto (ex-diretor de finanças da Andrade Gutierrez), Othon Zanoide de Moraes Filho (ex-diretor de desenvolvimento comercial da Queiroz Galvão), Saulo Thadeu Catão Vasconcelos e Dalton dos Santos Avancini (ex-diretores de transportes da Camargo Corrêa).

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O alvo do grupo eram obras para o transporte sobre trilhos, segundo o MPF.

Os projetos afetados incluem as linhas 2, 4 e 5 do metrô de São Paulo, as linhas 3 e 4 no Rio de Janeiro e a construção ou expansão de ramais em Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Porto Alegre.

O suposto cartel tornou-se mais consolidado em 2004. Até então, contratos foram repartidos entre Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht.

A partir do aumento da concorrência no mercado, o grupo recebeu a adesão da OAS e da Queiroz Galvão, estabelecendo diretrizes que guiariam a atuação ilícita nos anos seguintes.

Esse grupo ficou conhecido como Tatu Tênis Clube, entidade que os executivos criaram para colocar no papel os termos do acordo entre as cinco grandes empresas.

O nome era uma referência ao “tatuzão”, equipamento utilizado na perfuração subterrânea para obras do metrô.