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MP-RJ pede prisão de enfermeira que não aplicou vacina em idoso

·2 minuto de leitura
A health worker manipulates a dose of the Coronavac vaccine at a drive through vaccination center at the Sambodrome Rio Carnival venue, in Rio de Janeiro, Brazil, on February 6, 2021. - Brazil's regulators gave conditional approval for Sinovac Biotech Ltds shot, CoronaVac,  clearing the way for general use. Elderly and at risk members of the population have been given priority. (Photo by CARL DE SOUZA / AFP) (Photo by CARL DE SOUZA/AFP via Getty Images)
Enfermeira não apertou o êmbolo e, assim, CoronaVac não foi aplicada em idoso (Foto: Carl de Souza/AFP via Getty Images)

O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva de Rozemary Gomes Pita, enfermeira que não aplicou a CoronaVac em um idoso em Niterói. Ela também foi denunciada pelo MPRJ, além de ter sito indiciada pela polícia por peculato e crime contra a saúde pública.

Segundo informações do portal G1, o Ministério Público considera a prisão é necessária porque Rozemary é uma profissional de saúde e “sua liberdade traz riscos para a ordem pública, sendo a custódia cautelar preventiva solicitada a medida necessária para a prevenção do crime narrado”.

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O caso aconteceu no dia 12 de fevereiro. Ela introduziu a agulha no braço do idoso, mas apertou o êmbolo. Familiares do idoso filmaram o momento e compartilharam as imagens em redes sociais. Em depoimento à Polícia Civil, a enfermeira alegou que estava cansada e estressada na ocasião.

Após o ocorrido, a Secretaria Municipal de Saúde instaurou um inquérito contra a enfermeira. Quando as investigações foram concluídas, Rozemary foi desligada do quadro de funcionários de Niterói.

Ao G1, Luiz Henrique Marques Pereira, delegado titular da 76ª Delegacia, explicou que decidiu indicar a técnica em enfermagem por peculato e crime contra a saúde pública. “Ela disse que não sabia explicar por que fez aquilo, que em 10 anos de profissão ela nunca tinha cometido tal deslize e não conseguiu explicar as razões de não ter aplicado o êmbolo. Inicialmente, ela alegou que estava estressada e extremamente cansada. Mas é muito difícil explicar o inexplicável”, afirmou.

A pena por peculato pode chegar a 12 anos de prisão.

Para a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial do Núcleo de Niterói, os crimes foram dolosos, ou seja, de forma intencional. A denúncia ainda inclui peculato e o não cumprimento de determinação do poder público ao não impedir a propagação de uma doença contagiosa.

Outros casos similares, de enfermeiros que não aplicam a dose em idosos, estão sendo investigados no país.