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Movimentos sociais ocupam Bolsa de Valores contra desemprego e inflação

·2 minuto de leitura
Movimentos sociais ocupam a Bovespa para protestar contra a fome e o desemprego. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
Movimentos sociais ocupam a Bovespa para protestar contra a fome e o desemprego. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
  • Local do ato foi escolhido porque ações das grandes empresas estavam em alta até meados deste ano;

  • Os manifestantes carregavam faixas e cartazes com os dizeres “Sua ação financia nossa miséria”;

  • A bolsa está no vermelho desde que a crise política disparou a inflação e demandou alta nos juros.

Movimentos sociais e coletivos ocuparam nesta quinta-feira (23) a sede da Bolsa de Valores brasileira, em São Paulo. O protesto é contra o desemprego, a inflação e a fome no país. Cartazes com dizeres como "A culpa é do Bolsonaro" foram expostos no local. 

A bolsa está no vermelho desde que a crise política disparou a inflação e demandou alta nos juros. Ela apresenta queda de 5% no ano até esta quinta.

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De acordo com os manifestantes, o local do ato foi escolhido porque as ações das grandes empresas estavam em alta até meados deste ano, especialmente devido ao crescimento de 1,2% no Produto Interno Bruto (PIB), mas a expansão foi desigual e deixou de fora especialmente a classe de renda mais baixa. 

Os manifestantes carregavam faixas e cartazes com os dizeres “Sua ação financia nossa miséria”, "Tá tudo caro e a culpa é do Bolsonaro", "Brasil tem 42 novos bilionários enquanto 19 milhões passam fome", "Tem gente ficando rica com a nossa fome" e também levaram barracas para acampar na B3.

Militantes do Movimento de Trabalhadores Sem-Teto também estavam no local. Veja:

Em junho, a B3 bateu recordes e chegou a acumular oito altas consecutivas na maior série de ganhos desde 2018.

O otimismo se deveu ao avanço de 1,2% no PIB do 1º trimestre deste ano, quando os governos reduziram as restrições sobre o funcionamento das atividades econômicas. No período, o maior crescimento foi da agropecuária (5,7%), seguida pela indústria (0,7%) e serviços (0,4%).

Com informações do G1.

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