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Movimento quer apressar taxação de fortunas para socorrer vítimas da pandemia

·2 minuto de leitura
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70 entidades fazem parte do movimento (Getty Image)
  • Campanha defende a taxação de riquezas para subsidiar cuidados as vítimas de covid

  • Setenta entidades compõe o movimento pela distribuição de renda

  • Câmara já recebeu seis Projetos de Lei que pretendem financiar programas para atender impactados pelo coronavírus

Não é de hoje que o Brasil discute a taxação de grandes fortunas. Com a crise gerada pela pandemia, a necessidade de arrecadar recursos para uma melhor distribuição da renda cresceu ainda mais. É por isso que 70 entidades se juntaram para criar a campanha "Tributar os Super-Ricos", que prevê a arrecadação de R$ 300 bilhões tributando apenas os 0,3% mais ricos da população. O dinheiro seria usado para cuidar das vítimas da covid-19.

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"Vamos precisar da responsabilidade da sociedade frente a maior calamidade da história do Brasil. Já vínhamos com depressão das políticas sociais antes”, defendeu a médica sanitarista e presidente da Associação Nacional em Apoio e Defesa dos Direitos das Vítimas da Covid-19 – Vida e Justiça, Lúcia Souto.

Desde 2020, foram mais de 600 mil mortos pela doença. Os sobreviventes exigem um conjunto de cuidados como fisioterapia, psicoterapia e medicações diversas por tempo indeterminado. Muitos não terão condições de retornar ao trabalho, com grande demanda pela seguridade social. Lúcia Souto observa que em muitos pacientes há impactos nos sistemas cardiovascular, respiratório, renal, neurológico, dermatológico, gastrointestinal, oftalmológico e endócrino.

A campanha destaca que ao mesmo tempo em que a pandemia aprofundou o desemprego, levando insegurança alimentar a mais de 116 milhões de pessoas, aumentou o número de bilionários e de grupos beneficiados pela isenção de impostos.

Projetos em tramitação

Atualmente, seis projetos protocolados na Câmara Federal pretendem financiar programas para atender impactados pelo coronavírus. Alguns deles propõe uma maior taxação da população mais rica para garantir direitos básicos aos menos favorecidos.

“O papel do Congresso Nacional é avançar numa legislação estratégica, fundamental para enfrentar a maior crise sanitária do século. Nós criticamos este genocídio humano de grandes dimensões gerado pelo presidente e seus ministérios, mas oferecemos saídas e propomos futuro”, disse o deputado federal Pedro Uczai (PT/SC), que protocolou os projetos com apoio de 60 parlamentares de quatro partidos, e da Associação Vida e Justiça.

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