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App de ingressos é relançado e vai 'rastrear olhos' dos clientes

·3 min de leitura
O app de ingressos MoviePass está de volta, conforme disse a CEO Stacy Spikes na última quinta-feira
O app de ingressos MoviePass está de volta, conforme disse a CEO Stacy Spikes na última quinta-feira - 10 (Rafael Henrique/Getty Images)
  • Recurso chamado “pré-show”, dará crédito aos clientes do MoviePass

  • Para garantir que estejam realmente assistindo aos anúncios, o app rastreará os olhos dos usuários

  • Empresa retorna após quase três anos; falência foi decretada em 2019

O MoviePass está de volta, e quer rastrear seus globos oculares. O serviço de ingressos de filmes por assinatura será relançado neste verão, quase três anos após a empresa ter fechado pela primeira vez em 2019, conforme disse o CEO Stacy Spikes em um evento de imprensa realizado em Manhattan na última quinta-feira (10). O novo serviço de assinatura do MoviePass não oferecerá mais filmes ilimitados, mas introduzirá um sistema de assinatura em camadas.

Da mesma forma que a startup de fitness Classpass, os clientes do MoviePass comprarão créditos que podem ser resgatados para exibições de filmes. Mas Spikes também mostrou outra maneira pela qual os clientes poderão ganhar créditos: assistindo a anúncios e tendo seus olhos monitorados.

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Rastreamento dos olhos dos usuários

Usando um recurso chamado “pré-show”, os clientes do MoviePass receberão créditos em troca de assistir a anúncios em seus telefones. Para garantir que eles estejam realmente assistindo, o aplicativo rastreará os olhos dos usuários, disse Spikes. “O que ele faz é basicamente criar uma transação entre você e a marca [...] seu telefone, seu dispositivo usa sua própria detecção facial [...] não vai para a nuvem, não passa por nada além de você e suas informações. E você opta por fazer isso por conta própria”, explicou, retratando o recurso “pré-show” como uma extensão da colocação de produtos em filmes.

Mudança no formato

Em sua encarnação original, o MoviePass oferecia aos clientes ingressos de cinema ilimitados por apenas US$ 10 (cerca de R$ 52) por mês - uma estratégia arriscada que atraiu mais de 3 milhões de clientes, mas acabou levando a empresa à falência depois de perder mais de US$ 100 milhões (quase R$ 520 mi) em um único trimestre. Agoira, no entanto, mesmo sem detalhar as diferenças entre os “planos em camadas", Spikes disse que o sistema ajudaria os filmes a lotar os cinemas em dias mais lentos.

Cofundador da MoviePass comprou de novo a marca

O MoviePass deu a entender seus planos de relançamento em novembro, quando Spikes comprou a empresa no tribunal de falências de Nova York por míseros US$ 14 mil (pouco mais de R$ 72 mil). Ele disse, em documentos judiciais, que a empresa estava testando um “novo modelo de negócios proposto com um grupo de amostra de mil clientes” no final de 2021. Os documentos não forneceram detalhes do novo modelo de negócios, mas mostraram que Spikes queria lançar uma espécie de "O retorno do MoviePass" no outono ou inverno de 2022.

Falência do MoviePass

Spikes, que cofundou a empresa em 2011 - mas viu o serviço só ganhar força em 2017, depois de ser comprado pela Helios e Matheson Analytics, uma empresa de análise de dados -, chegou a se preocupar com a sustentabilidade do serviço. E, justamente por conta disso, foi demitido em 2018. Pouco depois, no entanto, em setembro de 2019, a empresa fechou indefinidamente, com sua controladora declarando falência quatro meses depois.

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