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Mourão critica manifestações contra Bolsonaro: “Baderneiros são caso de polícia, não de política”

Presidente Hamilton Mourão disse que não se pode comparar situação do Brasil com a violência e o racismo nos Estados Unidos (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)

O vice-presidente Hamilton Mourão criticou as manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro, que aconteceram no último domingo, 31, e devem acontecer novamente no próximo fim de semana.

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Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo nesta terça-feira, Mourão chama os atos de abuso por “ferirem, literalmente, pessoas e o patrimônio público e privado, todos protegidos pela Democracia”. O vice-presidente ainda chamou os manifestantes de delinquentes.

Democracia é justamente a pauta defendida nos atos contra o presidente.

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Mourão rejeita a ideia de que os manifestantes seja “contraparte dos apoiadores do governo”, porque isso transformaria em “manifestantes legítimos. Baderneiros são caso de polícia, não de política”.

O vice-presidente questiona onde os atos querem chegar: “A incendiar as ruas do País, como em 2013? A ensanguentá-las, como aconteceu em outros países? Isso pode servir para muita coisa, jamais para defender a Democracia. E o País já aprendeu quanto custa esse erro”.

Na opinião de Hamilton Mourão, as cenas de “violência, depredação e desrespeito” não podem ser entendidas como manifestações em defesa da democracia.

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Ao falar sobre a situação norte-americana, o vice-presidente diz que é “forçar demais a mão associar um episódio de violência e racismo ocorrido nos Estados Unidos com a realidade brasileira”. Manifestantes em diversas cidades do Brasil lembraram de negros assassinados pela polícia, como João Pedro, e Agatha, duas crianças que viviam no Rio de Janeiro.

Mourão ainda questiona a validade de comparar a ditadura militar com o momento que o país vive hoje. “É razoável?”

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