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Mourão diz que há 'boas soluções' para pagar Auxílio Brasil sem furar o teto

·2 min de leitura

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira que acredita que existem boas soluções para custear o Auxílio Brasil, programa social que irá suceder o Bolsa Família a partir de novembro, sem furar o teto de gastos. Questionado logo após o anúncio da saída dos secretários do Tesouro e Orçamento, Mourão afirmou que ter gastos fora do teto seria uma solução "crítica" e que uma solução melhor do que furar o teto poderia ser encontrada.

Na tarde desta quinta-feira, o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram exoneração de seus cargos ao ministro da Economia, Paulo Guedes. A decisão foi informada pelo Ministério da Economia, que não disse quem ficará nos cargos.

— É uma situação complicada que está sendo vivida. Acho que tem boas soluções para serem buscadas no sentido de se obter os recursos necessários para um auxílio à população mais desvalida sem que seja obrigatório furar o teto de gastos. Se sentar todo mundo, acho que consegue uma solução melhor — disse.

Nesta quinta-feira, o governo apresentou mudanças na PEC dos Precatórios que tramita na Câmara Federal. Caso aprovada, as mudanças abrirão um espaço de R$ 83 bilhões no teto de gastos, que também foi revisado. Além disse, a proposta permite um gasto de até R$ 15 bilhões fora do teto em 2021.

Segundo Mourão, a mudança da PEC dos Precatórios. O vice-presidente, entretanto, sugeriu que o governo poderia discutir os valores de renúncia fiscal que, segundo ele, são da ordem de R$ 360 bilhões.

— A PEC dos Precatórios é uma saída. Na minha visão, eu acho que temos R$ 360 bilhões de renúncia fiscal. Podia ser feita uma negociação em cima disso aí. O que são 40 em 360? Essa é uma linha de ação, mas isso requer um consenso tanto daqueles que deixam de pagar imposto quanto dentro Congresso, para que se tenha uma solução que não seja tão crítica a ponto de você ter um gasto fora do teto — disse.

Nesta quarta-feira, Mourão já havia dito que o governo não pode ser "escravo" do mercado.

— Não podemos ser escravos do mercado. A questão social é uma responsabilidade do governo, e não do mercado. Apesar de algumas doutrinas dizerem que o mercado resolve tudo, mas não é bem assim que ocorre. Acho que, se houver uma transparência total na forma como o gasto vai ser executado, e de onde vai vir o recurso, acho que o mercado não vai ficar agitado por causa disso.

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