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Mourão defende destruição de balsas do garimpo ilegal na Amazônia

·1 min de leitura
**ARQUIVO** BRASÍLIA, DF, 25.11.2019 - O presidente Jair Bolsonaro e seu vice, general Hamilton Mourão no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
**ARQUIVO** BRASÍLIA, DF, 25.11.2019 - O presidente Jair Bolsonaro e seu vice, general Hamilton Mourão no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), defendeu operação feita no fim de semana que destruiu embarcações utilizadas para garimpo ilegal no rio Madeira.

"Operação foi feita de imediato. Tinha de ter feito da maneira como foi. O que está ilegal tem de ter o equipamento apreendido e destruído", disse Mourão na manhã desta segunda-feira (29).

Nos últimos dias, centenas de balsas ilegais se concentraram num trecho do Madeira, importante afluente do rio Amazonas, em Autazes (distante 110 km de Manaus em linha reta).

Parte das embarcações apreendidas e queimadas no sábado (27) pela PF (Polícia Federal), que deflagrou a operação Uiara, estava abandonada.

Marinha e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) acompanharam a ação.

"O garimpo já foi devidamente dispersado, mas tem de manter uma vigilância constante, porque tem ouro lá. Sem vigilância o pessoal volta", disse Mourão.

Depois da operação, o ministro Anderson Torres (Justiça) foi às redes sociais e afirmou que a pasta agiu "imediatamente" contra o crime.

As imagens repercutiram, o que fez com que grupos de garimpeiros se dispersassem para fugir da fiscalização que foi anunciada na última quinta (25) por Mourão.

Os garimpos e a mineração ilegais na Amazônia ganharam novo impulso desde 2019, estimulados pelas promessas de legalização do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pela alta no preço do ouro.

Bolsonaro já reclamou da destruição de maquinário durante fiscalizações ambientas, medida prevista na legislação atual.

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