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Motorista que matou cicloativista Marina Harkot se apresenta à polícia

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Marina Harkot foi atropelada no último domingo, 8. Motorista fugiu sem prestar socorro (Foto: Reprodução/ YouTube)
Marina Harkot foi atropelada no último domingo, 8. Motorista fugiu sem prestar socorro (Foto: Reprodução/ YouTube)

José Maria da Costa Júnior, motorista que atropelou e matou a cicloativista Marina Harkot, se apresentou à polícia na tarde desta terça-feira, 10. Ele chegou por volta das 15h30 ao 14º Distrito Policial de Pinheiros, onde o caso é investigado, para prestar depoimento.

A Polícia havia pedido à Justiça para que decretasse a prisão preventiva do suspeito, mas a decisão ainda não foi tomada. Por ser semana eleitoral, prisões só poderiam ser feitas em flagrante. Desta forma, o responsável só podia ser preso até meia noite de terça.

O atropelamento aconteceu na noite do último domingo, 8, na avenida Paulo VI, na região do Sumaré. O motorista não prestou socorro e fugiu, mas um motociclista que passou pelo local seguiu o carro e anotou a placa. Uma policial militar de folga viu Marina caída e parou para tentar ajudar, mas quando o socorro chegou, a ciclista já estava sem vida.

Na madrugada de terça-feira, a polícia havia encontrado o veículo em um estacionamento na região do Centro da capital paulista. Segundo informações do G1, foi constatado que o para-brisa do carro estava quebrado, devido ao impacto do atropelamento.

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O apartamento de José Maria da Costa Júnior fica ao lado do estacionamento e apresentava sinais de abandono.

À TV Globo, o marido de Marina, Felipe Burato, pediu justiça. “Prender esse cara que fez isso é o que se espera. É o que manda a lei. A polícia tem que prender esse cara e esse cara tem que ir a julgamento”, disse. “Mas para a gente, isso não vai trazer a Marina de volta. Isso não vai justificar a luta dela, não vai valer a luta dela. Para a gente, o que vale a luta dela é que isso não aconteça com mais ninguém”.