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Mortes por covid aumentam e número de janeiro ultrapassa o de dezembro

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Gravediggers carry the coffin of a COVID-19 victim at the Nossa Senhora Aparecida cemetery in Manaus, Amazonas state, Brazil, on January 22, 2021, amid the novel coronavirus pandemic. (Photo by MARCIO JAMES / AFP) (Photo by MARCIO JAMES/AFP via Getty Images)
Gravediggers carry the coffin of a COVID-19 victim at the Nossa Senhora Aparecida cemetery in Manaus, Amazonas state, Brazil, on January 22, 2021, amid the novel coronavirus pandemic. (Photo by MARCIO JAMES / AFP) (Photo by MARCIO JAMES/AFP via Getty Images)

As mortes por covid-19 no Brasil em janeiro ultrapassaram, no domingo (24), as registradas em todo o mês de dezembro. Os dados das secretarias de Saúde do país mostram que o mês já o segundo consecutivo, desde julho, que as mortes superam as do mês anterior.

Em dezembro, 21.811 pessoas morreram em decorrência da covid-19. Em janeiro, o número foi de 22.105 mortes causadas pela doença, maior que o registrado em novembro e outubro e próximo do patamar de setembro (22.371). O pico de mortes por covid-19 no Brasil foi em julho, com 32.912 óbitos pela doença.

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Os dados apontam também que houve uma tendência nacional de aumento nos óbitos por 14 dias consecutivos de janeiro - do dia 8 ao 21.

COLAPSO EM MANAUS

O Amazonas tem uma tendência, de forma ininterrupta, de alta diária na média móvel de mortes por covid desde dezembro. Em Manaus, única cidade do estado com unidades de tratamento intensivo (UTIs), o sistema de saúde enfrentou um colapso em janeiro.

Até o dia 25 de janeiro, mais de 200 pacientes tiveram que ser transferidos para outros estados por conta da falta de oxigênio na cidade. A Venezuela mandou oxigênio para as unidades hospitalares de Manaus na semana passada.

Especialistas afirmam que o aumento de mortes no país são resultado das festas de fim de ano e da nova variante detectada no Amazonas, mais transmissível. O colapso em Manaus também deve se repetir em outras cidades do país, alertam.

E a situação ainda deve piorar, assegurou o médico sanitarista Sergio Zanetta, em entrevista ao Yahoo.

“Do contato aos primeiros sintomas, podemos ter um período de até 14 dias. A partir daí, são duas semanas de agravamento e, se piorar, possivelmente mais 3 semanas em UTI. Se somar, eu tenho quase 50 dias do contato até a UTI. Portanto, os óbitos que eu conto nos dias atuais são de casos de 40, 50 dias atrás”.