Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    61.563,00
    +2.343,62 (+3,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,20
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Mortes por covid-19 se devem à desigualdade social, segundo Mourão

·1 minuto de leitura
Brazil's Vice President Hamilton Mourao attends a news conference at the Itamaraty Palace in Brasilia, Brazil, May 26, 2021. REUTERS/Ueslei Marcelino
"É uma doença difícil e é um retrato dessa desigualdade socioeconômica", diz Mourão (Reuters/Ueslei Marcelino)
  • Motivo de mortes por covid-19 é a desigualdade social, segundo o vice-presidente do país

  • Para Hamilton Mourão, a vacinação no país está "de acordo com o mundo"

  • O vice disse que espera que situação melhore em dois ou três meses com vacinação

No último fim de semana o Brasil passou a marca de 500 mil mortos por covid-19 e o motivo, segundo disse o vice-presidente Hamilton Mourão nesta segunda-feira, é a “desigualdade social”. "É muito triste você perder essa quantidade de vida. É uma doença difícil e é um retrato dessa desigualdade socioeconômica que nós sofremos”, afirmou Mourão. As informações são do Valor Econômico.

Leia também:

Mourão explicou sua afirmação dizendo que há pessoas que têm condições de ter um tratamento melhor, enquanto outras não têm acesso a isso e às vezes nem conseguem chegar ao hospital. “É consequência dessa situação que a gente vive e que nós temos que corrigir”, diz.

Ritmo da vacinação

O vice-presidente defendeu o ritmo da vacinação no Brasil e disse que o país está “de acordo com o restante do mundo”, com exceção dos Estados Unidos e de alguns países pequenos, como Chile e Israel. Tudo isso apesar de citar que “o pessoal calcula” que a vacinação “poderia ter salvado 15 mil vidas”.

Mourão disse ser um “cara otimista” e que espera que, mantendo o ritmo atual, em dois ou três meses a situação já estará melhor. "Sou um cara otimista, acho que mais dois, três meses avançando a vacinação do jeito que está nós estaremos em uma situação melhor."

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos