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Morte de Ecko pode provocar disputa por territórios de miliciano

·1 minuto de leitura

A morte de Wellington da Silva Braga, o Ecko, pode desencadear uma guerra pelo controle de territórios que eram dominados pelo criminoso na Zona Oeste do Rio e também na Baixada Fluminense. Informações de inteligência da Polícia Civil apontam que o sucessor natural do paramilitar no crime seria seu irmão, Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho, de 41 anos. No entanto, a "sucessão familiar" pode enfrentar resistência de outros criminosos.

O principal nome que pode se insurgir contra o comando do irmão de Ecko é Danilo Dias Lima, o Tandera, ex-aliado de Ecko que atua na Baixada Fluminense. Tandera dispõe de uma grande quantidade de recursos e aliados. Há ainda dois milicianos que a polícia tem informações de que podem enfrentar Zinho, são eles Garça e Latrel, que eram conhecidos como "homens de guerra" do antigo chefe.

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