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Mortalidade por Covid-19 pode subir com ceticismo sobre vacinas

Todd Gillespie
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Países com um número significativo de pessoas que se recusam ou adiam tomar vacinas podem enfrentar taxas de mortalidade por Covid-19 até nove vezes maiores do que em outras populações, segundo um novo estudo.

O ceticismo em relação às vacinas nos próximos dois anos pode resultar em altas taxas de mortalidade além da fase atual e mais aguda da pandemia e ameaça as campanhas globais de vacinação, disseram pesquisadores do Imperial College London.

As conclusões destacam a escala do risco que governos e autoridades de saúde pública enfrentam caso não consigam vencer a desconfiança na imunização.

“Ser vacinado é uma escolha individual; no entanto, essa escolha tem consequências sociais”, disse em comunicado Daniela Olivera Mesa, uma das autoras do estudo. “Nosso trabalho demonstrou que a hesitação em relação às vacinas pode ter um impacto significativo na saúde.”

O potencial risco é particularmente alto em países como a França, onde apenas 40% das pessoas disseram em uma pesquisa de dezembro que tomariam uma vacina contra a Covid se esta lhes fosse oferecida.

Com base nos níveis atuais de ceticismo sobre os imunizantes, a França poderia registrar 8,7 vezes mais mortes em 2021/22 do que sob o nível ideal de vacinação, onde 98% dos indivíduos com 15 anos ou mais são vacinados, disse o relatório. Isso se compara a 4,5 vezes mais mortes na Alemanha e 1,3 vez mais no Reino Unido, que mostra o menor nível de hesitação dos países incluídos na análise.

No geral, os autores estimam que mesmo níveis modestos de hesitação podem levar a 236 mortes extras por milhão de pessoas em um período de dois anos, assumindo que as vacinas administradas tenham eficácia de 94%. Com uma vacina 63% eficaz, o número sobe para 305 por milhão.

Os resultados também presumem que os países não retomarão os lockdowns ou intervenções não farmacêuticas semelhantes para conter a transmissão do vírus.

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©2021 Bloomberg L.P.