Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    34.428,77
    +799,46 (+2,38%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

"Morreu por alguns minutos. Não sei se voltará a jogar", diz médico que trabalhou com Eriksen no Tottenham

·1 minuto de leitura

O meio-campista da Dinamarca, Christian Eriksen, que neste sábado sofreu uma parada cardíaca durante a partida da Eurocopa contra a Finlândia, não tinha patologias anteriores. A informação foi confirmada pelo seu ex-médico no Tottenham, Sanjay Sharma, que considerou que ele morreu "por alguns minutos" e que "sua carreira no futebol possivelmente acabou".

— Claramente, algo deu terrivelmente errado. Mas eles conseguiram recuperá-lo. A questão é o que aconteceu e por que aconteceu. Esse homem fez exames normais até 2019, então como essa parada cardíaca pode ser explicada? — questionou o médico e professor de cardiologia esportiva da Universidade de St George's, em Londres, para a agência de notícias PA.

O jogador do Inter de Milão desmaiou aos 43 minutos de jogo no Parken Stadion. Ele teve parada cardiorrespiratória e foi tratado no gramado pelos médicos, que tentaram reanimá-lo por quase 15 minutos. Só foi transferido para o hospital após estar estabilizado. Ele se encontra internado, estável e consciente.

Sharma, que trabalhou com Eriksen durante a estada do dinamarquês no Tottenham (2013-2020), considerou que o fato de o jogador estar consciente é "um sinal muito bom". Mas, na sua avaliação, quando o assunto é voltar a jogar, ele é pessimista:

— Não sei se ele vai jogar futebol novamente. Francamente, ele morreu hoje, mesmo que por alguns minutos, mas ele morreu. Um profissional médico permitiria que ele morresse de novo? A resposta é não. A boa notícia é que ele vai viver, a má notícia. É que chega ao fim sua carreira. Se vai jogar outra partida de futebol profissional não posso dizer; no Reino Unido ele já não jogava, seríamos muito rigorosos — concluiu Sharma, que preside o grupo de especialistas em cardiologia da Federação Inglesa (FA).

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos