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Morre o artista plástico Carlito Carvalhosa, aos 59 anos

·1 minuto de leitura

Morreu na noite da última quinta-feira (13) o artista plástico Carlito Carvalhosa, em São Paulo, aos 59 anos. Ele tinha um câncer de intestino.

Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU/USP), em 1984, ele estudou gravura com Sergio Fingermann e integrou, ainda nos anos 1980, um grupo de jovens artistas com estética neo-expressionanista chamado Casa 7. No ateliê montado numa casa de número 7 numa pequena vila da capital paulistana trabalhavam ainda Rodrigo Andrade, Fábio Miguez, Nuno Ramos e Paulo Monteiro. "Coube a esta geração – e de forma brilhante a Carvalhosa – reinventar a possibilidade da arte depois do sublime esgotamento ao qual a geração anterior a conduziu", escreveu Luis Pérez-Oramas, ex-curador do MoMA e responsável pelo projeto artístico das galerias Nara Roesler.

Depois dessa frutífera experiência, Carlito passa a enveredar mais pela escultura, utilizando materiais principalmente com aparência orgânica e maleável. Em 1989, recebe uma bolsa do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico e vive em Colônia até 1992.

As obras de Carvalhosa foram expostas em bienais de São Paulo e Havana e alguns estão na Pinacoteca, em São Paulo, no MAC e em diversas galerias. Em 2011, uma de suas instalações, batizada de "A soma dos dias", foi exposta no átrio do MoMA, em Nova York, um dos locais de maior visibilidade do museu.

No ano 2000, a editora Cosac & Naify publicou o livro "Carlito Carvalhosa".

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