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Morgan Stanley corta preços-alvo de Magazine Luiza, Americanas e Via

SÃO PAULO (Reuters) - Analistas do Morgan Stanley cortaram estimativas e preços-alvos de Magazine Luiza, Americanas e Via antes dos respectivos balanços do segundo trimestre, citando perspectiva de manutenção dos desafios à métrica de vendas GMV e pressão de juros mais altos.

"Nós enxergamos um cenário pressionado que persiste para vendas discricionárias de preço elevado no segundo trimestre, pesando sobre as perspectivas para os varejistas de linha ampla no Brasil", afirmaram em relatório enviado a clientes.

Na visão dos analistas Andrew R. Ruben e Alexandre K. Namioka, o segundo trimestre foi um período difícil para empresas com operações amplas e multicanal.

Eles avaliam que a base de comparação deve ajudar no terceiro trimestre tanto nos dados de vendas físicas como online. Mas, acrescentam, as pressões inflacionárias e a demanda devem continuar a pesar em empresas de varejo discricionário.

Eles agora estimam expansão de 5% das vendas GMV totais de Magazine Luiza no segundo trimestre ano a ano, de projeção anterior de 16%. No caso de Americanas, calculam crescimento de 14% nas vendas GMV consolidadas, de 23% anteriormente. Para Via, veem queda de 1% no GMV, de estimativa de aumento de 10% antes.

No caso dos preços-alvo, Magazine Luiza passou de 6,5 para 4 reais; Americanas, de 31 para 20 reais; e Via, de 3,5 para 2,5 reais. Magazine Luiza e Americanas foram mantidas com recomendação 'equal-weight', assim como Via, com 'underweight'.

Para os analistas, ainda é cedo para uma visão positiva paras as companhias, apesar da forte queda acumulada das ações no ano. Eles afirmam que veem evidências limitadas para uma melhora nas principais categorias de mercadorias, enquanto os juros em alta pressionam as despesas financeiras.

No ano, Magazine Luiza recua cerca de 62%, Americanas perde ao redor de 54,5% e Via cede em torno de 53%.

Nesta sessão, Magazine Luiza subia 5,4%, a 2,73 reais; Americanas tinha decréscimo de 0,2%, a 13,95 reais; e Via avançava 2,9%, a 2,47 reais.

(Por Paula Arend Laier; edição de André Romani)

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