Mercado abrirá em 1 h 48 min
  • BOVESPA

    106.858,87
    +1.789,18 (+1,70%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.605,56
    +8,27 (+0,02%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,42
    +1,93 (+2,78%)
     
  • OURO

    1.781,10
    +1,60 (+0,09%)
     
  • BTC-USD

    51.208,45
    +3.472,58 (+7,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.326,16
    +66,00 (+5,24%)
     
  • S&P500

    4.591,67
    +53,24 (+1,17%)
     
  • DOW JONES

    35.227,03
    +646,95 (+1,87%)
     
  • FTSE

    7.314,97
    +82,69 (+1,14%)
     
  • HANG SENG

    23.983,66
    +634,28 (+2,72%)
     
  • NIKKEI

    28.455,60
    +528,23 (+1,89%)
     
  • NASDAQ

    16.110,00
    +267,25 (+1,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4259
    +0,0023 (+0,04%)
     

Moradores de Belford Roxo reclamam de ataques de gavião

·2 min de leitura

Pelo menos dez pessoas já foram atacadas por gaviões na Rua Amaruí, no bairro Hinterlândia em Belford Roxo. É o que relatam moradores e vizinhos. Dois gaviões habitam árvores que ficam no início da rua e há, pelo menos, um ano estão atacando pessoas que passam na região. Moradores reclamam que os ataques se intensificaram nos últimos três meses.

A técnica de enfermagem e moradora da região Patricia Alves de Carvalho, de 44 anos, foi atacada há cerca de um mês quando voltava da escola da filha, de 4 anos.

— Senti um peso na minha cabeça. Pensei até que era uma pedrada. Cambaleei por causa do peso, quando olhei para cima que vi que era o gavião que estava me atacando — lembra.

Ela lembra que onde a ave encostou as garras chegou a sangrar, e ficou alguns dias com o local doendo e com dor de cabeça, mas não chegou a ser necessário ir a um hospital.

— Meu medo é pegar uma criança, porque passo ali todo dia com a minha filha, e ela já está apavorada. Fica perguntando se o gavião está lá — diz.

Patricia afirma que passa pelo área onde as aves ficam, no início da rua, apressada e com um guarda-chuva quando está com a filha. Também moradora do local, a aposentada Elisabeth Lopes Sales, de 69 anos, foi atacada por uma das aves há duas semanas.

— Quando ele pousou na minha cabeça, senti um peso. Balancei a cabeça e quando olhei para cima, ele se mandou. Não me feriu, mas do meu filho tirou sangue. Ele é pesado para caramba — lembra.

A aposentada diz que ficou com dor de cabeça durante três dias depois que a ave pousou na cabela dela. O filho de Elisabeth, o rodoviário José Roberto, de 39 anos, foi atacado pelo gavião há oito meses.

O animador de festa André Luiz Costa, de 47 anos, mora próximo à árvore onde os gaviões ficam. Ele conta que é chamado pelos moradores da rua para ajudar a espantá-los para conseguirem atravessar a via, e que alguns vizinhos chegam a pegar outra rua com medo das aves.

— Eu pego uma madeira e fico balançando, porque eles dão rasante na cabeça do povo. Antes eles apareciam uma vez por ano, mas nunca atacaram ninguém. Agora que está direto — afirma.

O Corpo de Bombeiros disse que vai enviar uma equipe ao local para avaliar a situação com as aves.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos