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Monarquia britânica admite que deve "fazer mais" em termos de diversidade de funcionários

·2 minuto de leitura
O príncipe Harry e a esposa Meghan Markle

O Palácio de Buckingham admitiu nesta quinta-feira (quarta 23 em Brasília) que "mais deve ser feito" para promover a diversidade entre os funcionários da família real, publicando as primeiras estatísticas sobre o assunto após recentes acusações de racismo.

Esta publicação ocorre em pleno questionamento da família real após as declarações devastadoras do Príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle, que se estabeleceram na Califórnia.

O Palácio de Buckingham revelou em seu balanço anual para 2020-2021 que a proporção de seus funcionários de minorias étnicas é de apenas 8,5%, com uma meta de 10% até 2022.

No Reino Unido, 13% da população é oriunda de uma minoria étnica, segundo dados do último censo, realizado em 2011.

"Não estamos no nível que gostaríamos, apesar de nossos esforços", explicou uma fonte dentro do palácio à agência de notícias PA. "Reconhecemos que devemos fazer mais".

Essa fonte descreveu como uma "etapa importante" a publicação desses números, que antes eram exclusivas para uso interno, e que o palácio quer "prestar contas do progresso que fizemos. E se não avançarmos, devemos explicar por quê".

Em uma entrevista com Oprah Winfrey em março e vista por cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, Harry, um dos netos da Rainha Elizabeth II, e sua esposa mestiça Meghan, disseram que um membro da família real ficou preocupado com a cor da pele do seu filho Archie antes do nascimento.

A soberana, que é chefe de Estado em vários países da Commonwealth, reagiu e disse que "levou muito a sério" as acusações de racismo, e prometeu tratá-las "em privado".

O irmão de Harry, o príncipe William, também defendeu a família real e disse a um jornalista, dias após a transmissão da entrevista, que "não somos uma família racista de forma alguma".

pau/gmo/bds/eg/am

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