Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,91 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,62 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    +2,79 (+2,68%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    21.418,87
    +234,66 (+1,11%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,32 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,19 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,72 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    +395,25 (+3,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Moderna anuncia bons resultados de sua vacina modificada contra ômicron

O laboratório americano Moderna anunciou nesta quarta-feira (8) bons resultados preliminares da versão modificada de sua vacina específica contra a variante ômicron do coronavírus.

Uma dose de reforço de 50 microgramas apresentou uma "resposta de anticorpos superior... contra a variante ômicron um mês depois da inoculação, em comparação com a vacina original", afirma a Moderna em um comunicado.

Esta nova fórmula, denominada mRNA-1273.214, é uma vacina "bivalente", porque atua tanto contra o vírus original como contra a variante ômicron.

Com a dose, os anticorpos contra a ômicron multiplicaram por oito, segundo a empresa, que antecipa que a vacina fornecerá "uma proteção prolongada contra as variantes de preocupação" do coronavírus, afirmou o CEO da Moderna, Stéphane Bancel.

"Estamos enviando nossos dados e análises preliminares às agências reguladoras, com a expectativa de que nosso reforço bivalente (...) esteja disponível até o fim do verão" (hemisfério norte, inverno no Brasil).

Atualmente, todas as vacinas utilizadas têm como base a cepa original do vírus e demonstraram menos efetividade contra as variantes que surgiram nos últimos meses.

A FDA, agência americana que regulamenta os medicamentos, pretende convocar no fim de junho um comitê para avaliar se a cepa do vírus utilizada para desenvolver as vacinas atuais "deve mudar e, se for o caso, que cepa(s) deve(m) ser selecionada(s) para o outono de 2022".

la/dax/yow/dga/fp

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos