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Modelo cobra R$ 345 mil por orgias com filho do fundador das Casas Bahia

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Imagem ilustrativa. (Foto: Getty Images)
Imagem ilustrativa. (Foto: Getty Images)

Um novo capítulo no caso Samuel Klein, acusado por um grupo de mulheres de estupro e de manter uma espécie de “mansão de jogos sexuais”, surgiu nesta semana, com as denúncias de uma modelo uruguaia identificada apenas como M.M.A., de 23 anos.

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Segundo ela, Klein, que é filho do fundador das Casas Bahia, lhe deve cerca de R$ 345 mil em direitos trabalhistas. As informações foram divulgadas em reportagem do portal de notícias UOL.

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A modelo uruguaia afirma ter sido contratada em 2016, quando tinha 18 anos, para atuar como “modelo” na casa e do sítio de Klein, por um salário mensal de R$ 30 mil.

Mas ela afirma que descobriu posteriormente que o trabalho se tratava de “um misto de cuidadora, doméstica e acompanhante” que alimentava “os fetiches sexuais do seu empregador”.

M.M.A. conta ainda que tinha que transar com Klein sem preservativo, sozinha e em grupos.

Depois de ser demitida, em 2018, a modelo afirma ter firmado um acordo para o recebimento de R$ 800 mil em troca de seu sigilo sobre o caso, mas que recebeu apenas R$ 455 mil do valor combinado, em 29 parcelas de R$ 15,7 mil, segundo a matéria do UOL.

Os pagamentos cessaram em abril de 2019, segundo a modelo.

A defesa de Klein afirma que o empresário não tinha conhecimento do acordo, e que a assinatura no documento não é dele.

"A versão do empresário remonta aos filmes da Walt Disney, onde ele encontra uma fada madrinha que soluciona os problemas da sua vida através de mágica, realizando acordos, bem como, pagamentos", diz o advogado no processo obtido pelo UOL. "A fada madrinha foi responsável pelo pagamento de 29 parcelas no valor de R$ 15 mil cada!"

Uma perícia do Tribunal de Justiça de São Paulo concluiu que a assinatura nos documentos apresentados não era mesmo a do empresário, e ele foi isento do pagamento.

Agora, a defesa da modelo afirma que dará entrada em nova medida judicial para retomar o pagamento devido.

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