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Missão espacial chinesa prevê coletar amostras em ‘lado oculto da Lua’

·2 minuto de leitura
Missão espacial chinesa prevê coletar amostras em ‘lado oculto da Lua’
Missão espacial chinesa prevê coletar amostras em ‘lado oculto da Lua’

A missão espacial chinesa pretende coletar amostras da Lua de uma região jamais explorada conhecida como Polo Sul-Aitken (SPA). Trata-se do outro lado do satélite natural na missão que já está batizada como Chang’e 6. A previsão é que a sonda aterrisse no outro lado da Lua até 2024, levando ainda um orbitador, veículo de ascensão lunar e cápsula de reentrada.

A missão é vista como audaciosa pelo fato do polo sul lunar ser uma cratera bem extensa, com cerca de 1.550 milhas, o equivalente a 2.500 Km de diâmetro. É o lugar mais antigo da lua, guardando inúmeros mistérios que poderão auxiliar nas pesquisas científicas. Entre eles, a história do astro e do sistema solar.

Parceria internacional na exploração lunar

A missão Chang’e 6 não estará apenas reunindo esforços chineses na exploração do lado oculto da Lua. Muitos outros países contribuirão com a empreitada espacial.

A França, por exemplo, fornecerá um instrumento de detecção conhecido como DORN para estudar o elemento radônio e como ele supera os gases do rególito lunar (rocha altamente fragmentada, formada pelo impacto repetido de meteoros sobre a superfície da Lua).

Módulo de pouso lunar Chang’e 5 já cravou uma bandeira da China na Lua, meta agora é explorar uma região totalmente desconhecida. Imagem: CNSA / CLEP
Módulo de pouso lunar Chang’e 5 já cravou uma bandeira da China na Lua, meta agora é explorar uma região totalmente desconhecida. Imagem: CNSA / CLEP

Já o Instituto Nacional de Física Nuclear da Itália destinará um retrorrefletor a laser, instrumento utilizado para refletir a luz de volta para a sua fonte. Com o aparelho, os cientistas conseguem medir o tempo gasto na viagem, convertendo as informações de distância com eficácia. O mesmo equipamento foi utilizado nas missões Apolo 11, 14 e 15.

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Há contribuições ainda da Rússia e Suécia, de acordo com o pronunciamento do engenheiro-chefe do Centro de Exploração Lunar e Engenharia Espacial da China, Hu Hao.

A parceria com a China-Rússia pretende investigar a presença de gelo na superfície da Lua, enquanto os suecos almejam detectar íons negativos na superfície do satélite natural.

Trabalho complexo exigirá satélite retransmissor

A missão Chang’e 6 não será tão simples pelo fato do lado oposto da Lua nunca ficar direcionado para a Terra. Por isso, os cientistas necessitarão de um satélite retransmissor além do astro para enviar as informações. Mas o desafio já aconteceu com o satélite Quegiao, que desempenhou bem a função de retransmissão para a Chang’e 4.

O retransmissor consegue enviar dados mesmo com o bloqueio das marés, que acontece quando a gravidade diminui a rotação da Lua.

Além dessa missão, a China pretende ainda lançar as Chang’e 7 e 8, que irão envolver módulos de pouso (landers), robôs de exploração (rovers), satélites e veículos orbitais, com a meta de alcançar uma série de objetivos científicos e tecnológicos.

Via: Space.com

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