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Minoria com alto nível educacional perde emprego no Reino Unido

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A segunda geração de minorias étnicas no Reino Unido têm se saído muito melhor na educação do que pessoas brancas, apesar de terem origens muito menos favorecidas, mas são menos propensas a serem empregadas, segundo uma nova pesquisa.

O Institute for Fiscal Studies disse que os filhos nascidos no Reino Unido de pais imigrantes alcançaram “grande sucesso” na educação -- em nítido contraste com a maioria das minorias étnicas em outros países europeus -- mas não tiveram ganhos proporcionais no mercado de trabalho.

“Devemos comemorar seu notável sucesso na educação, mas fazer perguntas difíceis sobre por que isso não se traduz em igual sucesso no mundo do trabalho”, disse Lucinda Platt, professora da London School of Economics e co-autora do relatório que usou quatro décadas de dados do censo do Reino Unido para rastrear resultados ao longo das gerações.

“As tentativas de simplificar excessivamente, atribuindo o pior desempenho do mercado de trabalho apenas a origens menos favorecidas, por um lado, ou a discriminação, por outro, não conseguem reconhecer que ambos são relevantes”, disse ela.

O relatório foi publicado dias após o maior grupo empresarial do Reino Unido, a Confederação da Indústria Britânica, co-assinar uma carta ao primeiro ministro Boris Johnson pedindo relatórios obrigatórios sobre disparidades salariais étnicas, indo além de recomendações feitas em abril pela comissão do governo sobre disparidades étnicas e raciais no Reino Unido. Os dados permitiriam aos empregadores “identificar, considerar e abordar” as barreiras enfrentadas pelas minorias étnicas no local de trabalho.

Homens e mulheres de segunda geração do Paquistão, de Bangladesh e caribenhos negros têm maior probabilidade de obter um alto nível de educação do que pessoas brancas, constatou o relatório da IFS. No entanto, se deparam com empregos de níveis mais baixos; e embora tenham quase a mesma chance de obter empregos profissionais ou administrativos, não colheram os frutos que normalmente se espera que suas qualificações produzam.

Os resultados mostraram um quadro “variado e complexo” que inclui diferenças entre e dentro de grupos minoritários, disseram os pesquisadores. Essas descobertas devem convidar a “uma reflexão mais aprofundada sobre os processos que suprimem a mobilidade social, mesmo em face da mobilidade educacional e por que eles diferem para homens e mulheres da mesma etnia”, disse Platt.

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©2021 Bloomberg L.P.

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