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Ministros do Golfo vão à China em meio a preocupações energéticas

·1 min de leitura
Ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, em Mombasa, durante visita oficial ao Quênia, em 6 de janeiro de 2022 (AFP/Tony KARUMBA) (Tony KARUMBA)

Ministros das Relações Exteriores dos países petroleiros do Golfo chegaram a Pequim nesta segunda-feira (10) para uma visita de cinco dias, em meio a turbulência no Cazaquistão que aumenta os temores sobre a segurança energética da China.

Os ministros de Arábia Saudita, Kuwait, Omã e Bahrein, assim como o secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo, Nayef bin Falah al Hajrah, estarão em visita na China até sexta-feira (14), informou a Chancelaria chinesa.

Sua chegada ocorre após uma intensa atividade diplomática do ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, que incluiu uma viagem pela África e visitas às ilhas Maldivas e ao Sri Lanka.

O Ministério das Relações Exteriores da China não deu detalhes sobre a visita, mas a previsão é que os ministros tratem do fortalecimento das relações energéticas com Pequim.

Nos últimos anos, a China tem procurado fortalecer suas relações com os países do Golfo, seguindo orientação anunciada em 2014 pelo presidente Xi Jinping. No referido ano, ele declarou que buscaria mais do que dobrar o comércio esta região até 2023.

A recente turbulência no Cazaquistão, rico em petróleo e gás, levantou preocupações na China, que investiu fortemente na indústria de energia deste país da Ásia Central.

Xi destacou a repressão dos manifestantes por parte do governo cazaque, classificando-a como "muito responsável", em uma mensagem enviada ao presidente Kassym Jomart Tokayev na semana passada.

tjx/rox/dan/mas/gm/tt

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