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Crise hídrica do Brasil está ligada a mudanças climáticas globais, diz ministro

·1 minuto de leitura
Hidrelétrica em Porto Velho, no estado de Rondônia, Brasil.

Por Jake Spring

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta quinta-feira que a atual crise hídrica do país é parte de extrema seca vista também em vários lugares do mundo, incluindo a Costa Oeste dos Estados Unidos, e está ligada às mudanças climáticas mundiais.

Os fluxos de água nas barragens das hidrelétricas estão nas mínimas em 91 anos, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, já que muitas partes do país passaram por extrema seca, que também prejudicou a agricultura e aumenta o risco de queimadas nas florestas.

"A crise hídrica não ocorre só aqui no Brasil, ela ocorre no oeste, noroeste dos Estados Unidos. A Califórnia está vivendo por exemplo uma das maiores secas já vividas, como outras regiões também dos Estados Unidos, como regiões da Ásia. E isso evidentemente é um processo da mudança climática", afirmou a jornalistas.

Apesar do baixo fluxo de água prejudicar as operações nas instalações hidrelétricas, que oferecem a maior parte da eletricidade do Brasil, Albuquerque disse que o governo mantém o seu plano atual de construir mais instalações hidrelétricas na região da Amazônia.

O Brasil e a Bolívia, por exemplo, estão estudando a possibilidade de uma instalação de hidrelétrica no rio Madeira, que corre pela Amazônia.

O ministro afirmou que o governo também está promovendo reuniões com diversos setores da economia para discutir como reduzir o uso de água voluntariamente.

A decisão do governo da semana passada de reduzir as saídas de hidrelétricas no auge da crise permanece inalterada e está sendo implementada sem problemas, acrescentou Albuquerque.

(Por Jake Spring)

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