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Ministro quer comissão para discutir reforma da Previdência de Bolsonaro

*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, BRASIL, 29-12-2022: Entrevista com o presidente do PDT e futuro ministro da previdência social, Carlos Lupi, na sede do PDT, em Brasília. (Foto: Eduardo Anizelli/ Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, BRASIL, 29-12-2022: Entrevista com o presidente do PDT e futuro ministro da previdência social, Carlos Lupi, na sede do PDT, em Brasília. (Foto: Eduardo Anizelli/ Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), afirmou nesta terça-feira (3) que quer criar uma comissão com representantes de sindicatos patronais, de empregados, de aposentados e do governo para discutir o que chamou de "antirreforma" da Previdência aprovada no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Lupi tomou posse em cerimônia realizada no Ministério da Previdência.

Presidente do PDT, o novo ministro falou que vai resgatar a dignidade da aposentadoria. "Quero formar uma comissão quadripartite, com a representação dos sindicatos patronais, dos sindicatos de empregados, dos sindicatos de aposentados e o governo. Nós precisamos discutir com profundidade o que foi essa 'antirreforma' da Previdência", afirmou.

"Discutir com luz e com profundidade. Nós queremos que toda arrecadação destinada constitucionalmente para a Previdência esteja no balanço da Previdência", complementou.

Lupi foi confirmado para o comando da pasta em 29 de dezembro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fechou o desenho do primeiro escalão de seu governo.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Lupi criticou pontos da reforma da Previdência formulada pelo governo Jair Bolsonaro e aprovada pelo Congresso em 2019. Ele avaliou haver "absurdos" no texto aprovado, sobretudo no que diz respeito à idade mínima para mulheres se aposentarem. Lupi defendeu uma flexibilização conforme a região do país.

Antes de aceitar a Previdência, o PDT vinha conversando com o PT nos últimos dias para tentar negociar uma pasta que pudesse fortalecer o partido para as eleições de 2024 e 2026. A ideia é que fosse um ministério com ação "na ponta".