Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.036,79
    +2.372,44 (+2,20%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.626,80
    -475,75 (-1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,74
    -1,49 (-1,83%)
     
  • OURO

    1.668,30
    -0,30 (-0,02%)
     
  • BTC-USD

    19.319,70
    -183,47 (-0,94%)
     
  • CMC Crypto 200

    443,49
    +0,06 (+0,01%)
     
  • S&P500

    3.585,62
    -54,85 (-1,51%)
     
  • DOW JONES

    28.725,51
    -500,10 (-1,71%)
     
  • FTSE

    6.893,81
    +12,22 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    17.222,83
    +56,96 (+0,33%)
     
  • NIKKEI

    25.937,21
    -484,84 (-1,83%)
     
  • NASDAQ

    11.058,25
    -170,00 (-1,51%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3079
    +0,0099 (+0,19%)
     

Ministro das Finanças alemão diz que reforma tributária global "acontecerá muito rapidamente"

·1 min de leitura

Por Christian Kraemer

BERLIM (Reuters) - O ministro das Finanças alemão, Olaf Scholz, disse nesta quarta-feira não esperar obstáculos para avançar com a planejada reforma tributária global em uma reunião do G20 em Veneza neste fim de semana.

"Tudo vai acontecer muito rápido agora", disse Scholz, que concorre como candidato social-democrata a chanceler nas eleições alemãs de setembro, em entrevista à Reuters.

"A meta é muito ambiciosa: queremos já ter tudo pronto para que isso se torne prática internacional em 2023", acrescentou.

Na semana passada, 130 países, que representam mais de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, apoiaram as maiores mudanças no imposto corporativo internacional em mais de uma geração com novas regras sobre onde as empresas são tributadas e uma alíquota de imposto de pelo menos 15%.

O pacote vai para os próximos ministros das Finanças do G20, que darão apoio político em uma reunião na sexta-feira e no sábado, em Veneza. Os paraísos fiscais, para os quais algumas empresas globais transferiram seus lucros, sairão perdendo.

Os nove países que não assinaram a revisão fiscal global foram os três membros da União Europeia com impostos baixos, Irlanda, Estônia e Hungria, assim como Peru, Barbados, São Vicente e Granadinas, Sri Lanka, Nigéria e Quênia.