Mercado fechará em 2 h 21 min
  • BOVESPA

    119.619,79
    -442,20 (-0,37%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.867,73
    +0,11 (+0,00%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,39
    +0,04 (+0,07%)
     
  • OURO

    1.782,20
    -10,90 (-0,61%)
     
  • BTC-USD

    54.150,83
    -1.618,65 (-2,90%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.268,96
    +25,90 (+2,08%)
     
  • S&P500

    4.154,76
    -18,66 (-0,45%)
     
  • DOW JONES

    33.942,56
    -194,75 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.938,24
    +42,95 (+0,62%)
     
  • HANG SENG

    28.755,34
    +133,42 (+0,47%)
     
  • NIKKEI

    29.188,17
    +679,62 (+2,38%)
     
  • NASDAQ

    13.855,00
    -64,25 (-0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5631
    -0,1389 (-2,07%)
     

Ministro da Saúde do Equador renuncia após escândalo envolvendo vacinação

·2 minuto de leitura
(Janeiro) Mulher é vacinada em Quito

O ministro da Saúde do Equador, Rodolfo Farfán, renunciou nesta sexta-feira ao cargo, no qual ficou por 19 dias, em meio a um escândalo ligado à vacinação de pessoas que não fazem parte dos grupos prioritários, anunciou a Secretaria de Comunicação.

Em sua carta de demissão, divulgada pela imprensa, Farfán argumentou que motivos "estritamente pessoais" o levaram a deixar o cargo.

O presidente Lenín Moreno, que encerrará seu mandato em maio, pôs à frente da pasta o cirurgião Mauro Falconí, que era diretor da Agência Nacional de Regulação, Controle e Vigilância Sanitária (Arcsa).

Farfán substituiu o ministro Juan Carlos Zevallos, questionado por suposto tráfico de influência na aplicação das vacinas, e viajou aos Estados Unidos após a sua renúncia.

O escândalo explodiu quando Zevallos admitiu que sua mãe, de 87 anos, e várias pessoas do seu círculo foram vacinadas com as primeiras doses recebidas pelo Equador.

Em seguida, soube-se que acadêmicos, políticos, jornalistas e dirigentes esportivos também haviam sido contemplados na campanha de vacinação, que, segundo o plano de governo, deveria ter começado por equipes médicas da linha de frente e centros geriátricos.

Em meio à desconfiança envolvendo Zevallos, a Justiça determinou uma operação esta semana nas instalações do Ministério da Saúde e de um dos hospitais públicos designados para atender pacientes com Covid-19. O Ministério Público investiga supostos desvios no plano de vacinação e pede a lista dos beneficiados, o que não foi cumprido integralmente pelo Ministério da Saúde.

O governo admitiu hoje, após a renúncia de Farfán, que funcionários "considerados da linha de frente nos cuidados com o presidente" foram imunizados, entre eles aqueles que empurram a cadeira de rodas de Moreno, os chefes da segurança presidencial, a assistente e a enfermeira particular do presidente e os responsáveis pela residência oficial. Moreno, 67, e a mulher também foram vacinados.

O Equador, com 17,4 milhões de habitantes, registra mais de 307 mil casos e 16.333 mortos pela Covid-19.

pld/ll/lb/mvv