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Ministro chinês afirma que impasse sobre embargo à carne bovina brasileira será resolvido 'rapidamente'

·2 min de leitura

BRASÍLIA — Em conversa telefônica com o chanceler Carlos França, na manhã desta quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, disse acreditar que o impasse em torno do embargo às exportações brasileiras de carne bovina será resolvido “rapidamente”. Uma reunião bilateral entre autoridades sanitárias chinesas e representantes do Ministério da Agricultura deverá acontecer em breve, em busca de uma solução.

O governo brasileiro suspendeu os embarques do produto para a China no início de setembro, devido ao surgimento de dois casos atípicos Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), ou vaca louca, em bovinos de Minas Gerais e Mato Grosso. Dois dias depois, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) manteve o status do Brasil de país “com risco insignificante” para a doença.

Com o parecer da OIE e um laudo comprovando que não houve contaminação entre os bovinos, e sim uma mutação em um único animal — o que faz os casos se classificarem como atípicos — o governo brasileiro esperava que as compras chinesas fossem retomadas. No entanto, até o momento nada aconteceu e os exportadores temem prejuízos com o custo de alimentos e a armazenagem. Os preços caíram desde então.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, enviou carta a Pequim, na semana passada, oferecendo-se para ir ao país conversar pessoalmente sobre o assunto. A pasta também autorizou os frigoríficos habilitados a exportar para a China a armazenar a carne produzida até o dia 4 de setembro, quando as exportações para o país asiático foram suspensas, em contêineres refrigerados. Essa prática não é permitida, por razões sanitárias, e foi aberta uma exceção que vai valer por 60 dias.

Desde 2009, a China é o maior parceiro comercial do Brasil. Até setembro de 2021, o intercâmbio entre os dois países aumentou 34%, atingindo US$ 105 bilhões. As vendas de carne bovina para o país asiático somaram US$ 3,8 bilhões nos nove primeiros meses deste ano.

Tanto o Itamaraty, como a embaixada da China em Brasiília, falararam sobre a conversa telefônica nas redes sociais. O Itamaraty relatou o que disse o ministro chinês sobre a carne bovina e a embaixada, sem entrar em detalhes, destacou que os dois ministros "concordaram em aprofundar ainda mais a cooperação bilateral e multilateral".

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