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Ministra sul-coreana do Comércio se retira da corrida para OMC

·1 minuto de leitura
Sul-coreana Yoo Myung-hee e a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala, em julho de 2020, em Genebra

A sul-coreana Yoo Myung-hee deixou nesta sexta-feira (5) a corrida para liderar a Organização Mundial do Comércio (OMC) - anunciou Seul, abrindo caminho para que a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala se torne a primeira mulher e a primeira africana à frente desse organismo.

A ministra sul-coreana do Comércio, de 53 anos, consultou os Estados Unidos - seu principal apoiador - e outros países importantes e "decidiu renunciar à sua candidatura", disse seu Ministério em um comunicado.

O processo para designar o sucessor do brasileiro Roberto Azevêdo estava paralisado desde outubro, quando os embaixadores da OMC privilegiaram a candidatura da nigeriano, uma opção que contava com a oposição dos Estados Unidos de Donald Trump.

O responsável pela OMC costuma ser escolhido por consenso, o que paralisou o processo.

Os observadores sugeriram que os Estados Unidos estavam pressionando a Coreia do Sul, onde tem 28.500 soldados destacados para defendê-la da Coreia do Norte, para que mantivesse a candidatura de Yoo.

A decisão de Seul de retirar seu candidato se dá duas semanas depois que o democrata Joe Biden assumiu o poder na Casa Branca.

Entre as principais tarefas da próxima diretora da OMC está a reforma da organização, considerada necessária antes mesmo da eclosão da pandemia da covid-19, em um contexto de negociações paralisadas e de tensões entre Washington e Pequim.

Durante o governo Trump, os Estados Unidos também ameaçaram deixar a organização e paralisaram o tribunal de apelações do órgão de solução de controvérsias.

Okonjo-Iweala, 66, foi a primeira nigeriana a dirigir os Ministérios das Finanças e das Relações Exteriores, foi diretora de Operações do Banco Mundial e, recentemente, liderou um programa da Organização Mundial da Saúde (OMS) para combater a covid-19.

cdl/slb/oho/tjc/es