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Ministra diz que CPI da Pandemia não deve 'politizar uma crise tão grande'

Adriana Mendes
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA - A ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF), responsável pela articulação política entre Planalto e Congresso, defendeu nesta segunda-feira não “politizar” a CPI da Pandemia. Para Flávia, que é deputada federal, o tema é “muito sensível” porque é “legitimo” do Parlamento instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

— Eu acho que o que a gente tem que respeitar e não politizar tanto uma comissão como esta. Eu acho que a gente tem que focar no plano de trabalho que a CPI tem que fazer, sem politizar uma crise tão grande — afirmou a ministra, em seminário da XP Investimento.

O colegiado será instalado após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a criação da comissão para investigar as ações e omissões do governo Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia.

Flávia disse que o governo está se preparando e estará “à disposição” para prestar as informações necessárias aos senadores. Ela informou que vai trabalhar para ajudar na construção de um plano de enfrentamento mesmo na CPI.

A ministra ainda ressaltou que o conceito deve ser de uma comissão “propositiva”, como indicada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), cotado para presidir a comissão. Aziz disse hoje que uma possível convocação do ministro da Economia, Paulo Guedes, para testemunhar no colegiado, iria “politizar” a discussão.

— É natural no Parlamento. Eu só me pergunto se o momento (de uma CPI) seria exatamente esse pelo auge da pandemia que a gente está vivendo e tendo que concentrar esforços para salvar vidas.

Alçada ao cargo com aval do presidente da Câmara, Arthr Lira (PP-AL), Flávia disse que vai atuar na construção de diálogo permanente, fazendo a interlocução com o Congresso.

— O que a gente mais precisa neste momento é de construção. E tudo isso passa pelo caminho da política.

No evento, a ministra também destacou o acordo para sanção parcial do Orçamento e defendeu mais recursos para Saúde.

— Estamos vivendo um momento de crise sanitária e humanitária. Tudo que for necessário para salvar vidas a gente não pode hesitar. A gente está vivendo um estado de guerra, mas também estamos com medidas já instaladas para que a gente tenha mais recursos para a saúde.