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Ministra Cármen Lucia nega pedido da defesa e Flordelis terá que seguir com tornozeleira

·2 minutos de leitura
Deputada federal Flordelis é acusada de ser mandante da morte de seu marido
Deputada federal Flordelis é acusada de ser mandante da morte de seu marido

A ministra Carmén Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido apresentado pela defesa de Flordelis (PSD-RJ) para suspender o uso de tornozeleira eletrônica. A deputada é acusada de ter sido mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmos, e só não foi preso pois dispõe de imunidade parlamentar.

"Pelo exposto, nego seguimento ao presente habeas corpus (§ 1º do art. 21 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal), prejudicada a medida liminar requerida", escreveu a ministra na decisão, que data do último dia 8. Cármen Lúcia é relatora do processo no STF.

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A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3° Vara Criminal de Niterói (RJ), determinou que Flordelis utilizasse o equipamento no dia 18 de setembro. A magistrada também impôs um recolhimento domiciliar noturno, obrigando a deputada a permanecer em casa das 23h às 6h.

Essa não foi a primeira negativa recebida pela defesa de Flordelis. No fim do mês passado, o desembargador Celso Ferreira Filho, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), também negou a suspensão do uso de tornozeleira. Ele baseou seu argumento no fato de que a deputada não se apresentou na data correta para instalar o equipamento, provando assim que ele é, de fato, necessário.

A parlamentar está usando o aparelho desde quinta-feira (8), depois de ter sido intimada no dia anterior.

Flordelis, que também é pastora e cantora, é acusada de ser mandante do assassinato do próprio marido, o pastor Anderson do Carmo, morto em junho de 2019.

Ela foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em agosto por quatro crimes realizados e tentativa de outro: homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, associação criminosa, uso de documento falso e falsidade ideológica. Por ter imunidade parlamentar, ela não foi presa.

Sem imunidade de que goza Flordelis, sete filhos e uma neta da parlamentar, que também foram denunciados pelos crimes, estão presos.