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Ministério envia carta à China e pede 30 milhões de doses da vacina da Sinopharm, usada na Venezuela

·2 minuto de leitura
A Venezuelan teacher waits to receive the first dose of the Sinopharm vaccine against Covid 19, at the Miguel Antonio Caro high school in Caracas Venezuela on March 8, 2021.

























 (Photo by Javier Campos/NurPhoto via Getty Images)
Vacina da Sinopharm contra a covid-19 está sendo usada para vacinar a população na Venezuela (Foto: Javier Campos/NurPhoto via Getty Images)

O Ministério da Saúde mandou uma carta para o embaixador da China na última segunda-feira, 8, para pedir ajuda com a vacinação contra a covid-19. No texto, o Brasil afirma que, com poucas doses do imunizante, corre o risco de interromper o processo de vacinação no país.

Por isso, na carta, pedem ajuda à embaixada para “averiguar” se há disponibilidade de compra de 30 milhões de doses da vacina da Sinopharm. A vacina já está sendo aplicada em outros países, como na Venezuela. Até o momento, o Ministério da Saúde não informou qualquer possibilidade de negociação com a farmacêutica chinesa.

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O imunizante desenvolvido pela Sinopharm tem eficácia de 79,3%, segundo anunciou a empresa em dezembro. A tecnologia usada na vacina é a mesma da CoronaVac, ou seja, com vírus inativado.

A carta foi assinada por Élcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde, e é endereçada ao embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming. O texto, revelado pelo G1, alerta que, com a interrupção da vacinação, a variante brasileira, conhecida como P.1, pode se espalhar ainda mais.

“A campanha nacional de imunização, contudo, corre risco de ser interrompida por falta de doses, dada a escassez da oferta internacional. Por conta disso, o Ministério da Saúde vem buscando estabelecer contato com novos fornecedores, em especial a Sinopharm, cuja vacina é de comprovada eficácia contra a Covid-19”, escreveu Élcio Franco.

Além da tentativa de comprar a vacina da Sinopharm, o governo brasileiro deve ter 100 milhões de doses da CroonaVac até agosto e mais 112 milhões de doses da vacina Oxford/Astrazeneca até julho. Há ainda negociações pela compra de 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer/BioNTech, conversas para adquirir vacinas russas, a Sputnik, além de doses da Covaxin e recebimento de 42,5 milhões de vacinas por meio do consórcio Covax Facility.