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Ministério da Saúde suspenderá temporariamente o uso da vacina Astrazeneca em gestantes e puérperas

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — O Ministério da Saúde suspenderá a vacinação de grávidas e puérperas (até 45 dias pós-parto) com a Covishield, imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pela Astrazeneca, e produzido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ao fazer o anúncio, a pasta também recomendou a suspensão da imunização em gestantes e puérperas sem doenças prévias.

Já as que tiverem comorbidades continuarão a ser imunizadas com a CoronaVac ou a da Pfizer. As medidas são temporárias e valerão enquando casos suspeitos de eventos advesos são investigados. A pasta detalhará, em nota técnica a ser publicada nos próximos dias, as orientações para as que já receberam a primeira dose.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já havia solicitado a suspensão imediata do uso desse imunizante em gestantes na segunda-feira. Depois, 22 estados já haviam acatado o pedido. Ao todo, 22.295 grávidas foram vacinadas a partir de 23 de março: 3.414 receberam a CoronaVac (Sinovac Biotech e Instituto Butantan); 15.014, a Covishield; e 3.867, a da Pfizer.

Segundo a pasta, 408 reações adversas suspeitas foram registradas, mas só 11 foram consideradas graves. Desses, sete já foram investigados e não tiveram relação com o imunizante. O óbito ainda não consta no sistema. Todos os casos são registrados como suspeitos de terem relação com a vacina e estão em investigação.

— É importante a gente avaliar que, muitas vezes, um evento adverso pós vacinação, avaliando o risco em relação à doença, supera o perfil de benefício-risco em relação à vacinação. Então, é importante que se vacine porque o risco de adoecimento, de complicação e de óbito é muito maior (entre as infectadas com Covid-19) — frisou a coordenadora do PNI, Francieli Fantinato.

O ministério confirma que 475 gestantes tiveram as vidas ceifadas por Covid-19 no Brasil só em 2021. Já em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o total sobe para 505. Os dados foram atualizados no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) na segunda-feira. A vacinação em grávidas e puérperas (mulheres até 45 dias pós-parto) foi autorizada pela pasta em grupos prioritários por conta do elevado número de mortes e do maior risco ao contrair a doença.