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Ministério da Saúde recomenda que grávidas vacinadas com AstraZeneca tomem segunda dose da Pfizer

·3 minuto de leitura

BRASÍLIA - O Ministério da Saúde passou a recomendar a aplicação de uma segunda dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em grávidas e puérperas — mulheres que deram à luz há menos de 45 dias — que receberam a primeira dose da AstraZeneca. O prazo continua o mesmo: 90 dias depois da primeira aplicação. O ministério também está orientando a intercambialidade, ou seja, a aplicação de vacinas de fabricantes diferentes na mesma pessoa, em brasileiros que receberam a primeira dose no exterior e, já no Brasil, não tenham à sua disposição o mesmo produto.

Em maio, após a morte de uma gestante que tomou a AstraZenca, o Ministério da Saúde interrompeu a a aplicação dessa vacina nas grávidas e puérperas, que passaram a receber doses de outros fabricantes. Mas quem já tinha recebido a primeira dose continuou sendo vacinada com a AstraZeneca no momento da segunda dose.

A nota técnica do Ministério da Saúde é assinada por Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde. Como os estudos sobre intercambialidade usaram a Pfizer, essa foi a vacina escolhida pelo Ministério da Saúde, em vez da Coronavac, sobre a qual ainda não há dados, embora haja estudos em andamento. Apenas na falta da Pfizer é que a Coronavac deverá ser aplicada. As pessoas imunizadas com vacinas diferentes deverão ser informadas sobre a limitação de dados e da relação entre risco e benefício.

"De maneira geral não se recomenda a intercambialidade de vacinas covid-19, no entanto, em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose da vacina com uma vacina do mesmo fabricante, seja por contraindicações específicas ou por ausência daquele imunizante no país (exemplo, indivíduos que receberam a primeira dose de uma vacina covid-19 em outro país e que estarão no Brasil no momento de receber a segunda dose), poderá ser administrada uma vacina covid-19 de outro fabricante. A segunda dose deverá ser administrada no intervalo previamente aprazado, respeitando o intervalo adotado para o imunizante utilizado na primeira dose", diz trecho do documento.

O texto diz que "ainda não existem estudos de eficácia/efetividade e segurança em larga escala". Por outro lado, destaca que todas as vacinas induzem uma resposta contra a mesma proteína do vírus e que a prática da intercambialidade já foi verificada em alguns países, como Alemanha, França, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Noruega. Citou inclusive um estudo recente e um ensaio clínico mostrando bons resultados na vacinação envolvendo doses da AstraZeneca e da Pfizer na mesma pessoa.

"Com base nestes dados a Organização Mundial da Saúde optou por atualizar as suas recomendações referentes ao tema, orientando que, em situações onde não seja possível administrar a segunda dose com o mesmo produto, seja por falta do mesmo produto ou por outras preocupações, seria possível a adoção de esquemas heterólogos [com diferentes vacinas]. Tal recomendação é semelhante ao adotado por países como Estados Unidos, Reino Unido e Canada", diz trecho da nota.

Casos de pessoas que tomaram duas vacinas diferentes por erro deverão ser notificados e acompanhados para observar a ocorrência de "eventos adversos e falhas vacinais".

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