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“Minha França é Joséphine”, disse Macron na cerimônia de entrada de Joséphine Baker no Panteão

·2 min de leitura

A franco-americana Joséphine Baker, artista e figura da resistência francesa contra a ocupação nazista e da luta antirracista, se tornou a primeira mulher negra a entrar no Panteão da França nesta terça-feira (30). A uma cerimônia, presidida por Emmanuel Macron, aconteceu 46 anos após sua morte.

A cerimônia, no templo "Aos grandes homens" localizado no coração do Quartier Latin de Paris, recordou os múltiplos aspectos da "incrível vida" de Joséphine Baker, inteiramente voltada "à busca pela liberdade e justiça", segundo a Presidência francesa.

O caixão, carregado por aviadores, entrou no Panteão depois de percorrer um longo tapete vermelho. O caixão não continha os restos mortais de Joséphine Baker e sim, simbolicamente, a terra dos quatro lugares que marcaram a sua vida: a cidade natal de Saint Louis, nos Estados Unidos, Paris, o castelo de Milandes, onde morou, e Mônaco. Seu corpo continuará enterrado no cemitério de Mônaco, no mesmo túmulo do marido e de um de seus filhos.

A cerimônia em Paris foi assistida por 8.000 espectadores e acompanhada por nove de seus 12 filhos, todos adotivos. Imagens da artista, resistente e ativista negra foram projetadas na fachada do Panteão ao som de várias músicas interpretadas por ela, como a famosa "J'ai deux amours", antes do discurso de Emmanuel Macron.

“Minha França, é Joséphine”, lançou o presidente francês. Ele saldou uma “heroína de guerra, combatente, dançarina e cantora », uma “mulher negra defendendo os negros, mas antes de mais nada uma mulher defendendo o ser humano”, completou Macron.

Nome de estação de metrô

(Com AFP)


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