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Minecraft é o jogo mais usado por criminosos para esconder vírus

Minecraft é o jogo preferido dos cibercriminosos na hora de esconder vírus e realizar ataques contra os jogadores. O título de construção e criatividade foi usado em 25% dos ataques detectados contra jogadores entre julho do ano passado e o mesmo mês em 2022, com a popularidade e a presença em diferentes plataformas sendo alguns dos motivos para isso.

Segundo um levantamento da Kaspersky, outros jogos populares completam a lista, mas aparecem bem abaixo. FIFA ficou na segunda colocação, com 11%, seguido de Roblox (9,5%), Far Cry (9,4%) e Call of Duty (9%). Mais abaixo na pesquisa, também são citados nomes de peso como Need for Speed, GTA, Valorant, Counter-Strike:Global Offensive e The Sims.

Apesar da presença constante de arquivos maliciosos em meio a sites que oferecem downloads piratas, ferramentas de modificação e até o download de trapaças, porém, os ataques relacionados aos jogos estão diminuindo. De acordo com a empresa de segurança digital, houve uma queda de 30% na distribuição de malware por meio de games no último ano, enquanto o total de usuários atingidos caiu 36%.

Um dado que chama a atenção é o volume bem menor de detecções no celular em relação ao PC; no segundo, mais de 384,2 mil usuários ficaram suscetíveis, enquanto no segmento mobile, foram “apenas” 31,5 mil. Aqui, Minecraft também domina com 40% dos ataques, enquanto GTA (15%), PUBG (10%), Roblox (10%) e FIFA (5%) aparecem na sequência.

<em>Exemplos de sites maliciosos que oferecem cheats ou itens baratos demais em games como GTA 5 e PUBG, usados por criminosos para disseminar vírus aos jogadores (Imagem: Reprodução/Kaspersky)</em>
Exemplos de sites maliciosos que oferecem cheats ou itens baratos demais em games como GTA 5 e PUBG, usados por criminosos para disseminar vírus aos jogadores (Imagem: Reprodução/Kaspersky)

A motivação financeira, claro, segue como o principal fator para os cibercriminosos também na esfera gamer. A pesquisa mostra um interesse acelerado dos bandidos pelo roubo de dados, principalmente credenciais de acesso a contas de jogos online que possam ser revendidas ou que contenham itens valiosos, com aumento de 13%. As pragas capazes de fazer o download de outras, conhecidas também como droppers, lideraram o volume de infecções com 88,5%, seguidas dos vírus que exibem anúncios, com 4,1%.

A Kaspersky também chamou a atenção para os mineradores de criptomoedas, um foco, principalmente, no ecossistema do PC, onde os bandidos encontram máquinas robustas e com amplo poder de processamento para ser furtado. Aqui, Far Cry lidera a lista, seguido de Minecraft. Novamente, ao final da pesquisa, também aparecem as trapaças, com softwares maliciosos que prometem vantagens não legítimas nos títulos servindo como um vetor de malware importante aos usuários, principalmente, de títulos online como Roblox, Counter-Strike e Valorant.

Como evitar vírus ao jogar online?

A proteção de contas em games multiplayer é um passo importante para a segurança. Use senhas complexas e únicas para cada serviço, aplicando autenticação em duas etapas sempre que possível. Evite cadastrar seus dados e, principalmente, credenciais em serviços que não sejam oficiais ou certificados, como sites de download de títulos piratas ou plataformas que ofereçam trapaças ou itens baratos demais.

Da mesma forma, o ideal é evitar baixar games não originais ou acessar sites suspeitos em busca de ferramentas de trapaça ou modificações. Lojas como Steam, Epic Games Store e outras oferecem maior segurança e controle no download de títulos, assim como no tratamento de dados pessoais ou de cartões de crédito. O mesmo também vale para o celular, onde o usuário deve preferir os marketplaces oficiais de sistemas operacionais e aparelhos.

Por fim, é importante também evitar clicar em links que apareçam em comentários, redes sociais, mensagens diretas ou e-mails, a não ser que tenha certeza da procedência. Assim como no mercado de segurança como um todo, o phishing também é uma ameaça contra os gamers e um vetor importante de disseminação de malware.

Fonte: Canaltech

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