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Minas Gerais vende folha de pagamento e põe salários de servidores em dia

·2 minuto de leitura

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Com reforço de caixa de R$ 2,4 bilhões depois da venda da folha de pagamento dos servidores do Poder Executivo, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciou nesta sexta-feira (16) a regularização dos vencimentos da categoria.

O pagamento era feito de forma parcelada desde 2016, durante a gestão do ex-governador Fernando Pimentel (PT).

Servidores da ativa e aposentados, que já chegaram a receber o salário dividido em até três parcelas, passarão a ser pagos de uma só vez no quinto dia útil de cada mês a partir de agosto.

A regularização foi possível depois de concluída a negociação para venda da folha de pagamento da categoria, que significa, na prática, qual instituição financeira será a responsável por colocar o dinheiro na conta dos servidores.

Foi feita uma licitação para a venda, e o lance vencedor, de R$ 2,42 bilhões, foi do banco Itaú. Os servidores recebiam até então pelo Banco do Brasil.

A vantagem de um banco ser o responsável pelo pagamento da folha do poder público é a possibilidade de ampliação de negócios, com a oferta de serviços aos servidores. Minas tem 326 mil servidores ativos.

O valor da venda será pago de uma só vez pela instituição ao governo, conforme o Palácio Tiradentes. O lance mínimo foi de R$ 2,052 bilhões, o que significa que a negociação foi feita com ágio de 18%.

"Agora, com os recursos da venda da folha de pagamento, teremos plenas condições de garantir que os servidores recebam os seus salários integralmente", disse o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa.

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindipúblicos), Ronaldo Machado, afirma que pagar a folha em dia é obrigação de todo governo.

"Até mesmo porque a arrecadação vem crescendo em função das altas que vêm sendo verificadas, por exemplo, nas vendas do minério de ferro por conta do valorização do dólar", disse.

O orçamento do estado para 2021 foi aprovado com déficit de R$ 16,2 bilhões, com receitas fixadas em R$ 105,7 bilhões e despesas em R$ 121,9 bilhões.

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