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Minério volta a US$ 120 impulsionado por reposição de estoques

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Depois de três dias em baixa, o minério de ferro voltou a ser negociado acima de US$ 120 a tonelada com o possível impulso da reposição de estoques de siderúrgicas da China.

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Em Singapura, os contratos futuros do insumo siderúrgico chegaram a subir 5% na quinta-feira, o que eliminou parte das perdas nas três sessões anteriores. A commodity caminha para o fim de um ano volátil, enquanto investidores aguardam detalhes sobre os planos da China para apoiar a economia, que sente o impacto da desaceleração causada pelo setor imobiliário.

“O preço do minério de ferro à vista vai se manter em uma tendência limitada de alta, principalmente devido à expectativa do mercado sobre a reposição de inverno antes do feriado do Ano Novo Chinês”, disse a Mysteel Research & Consulting em nota. Os preços do aço devem flutuar, com o otimismo do mercado em contraposição à fraca demanda real.

O desempenho das matérias-primas industriais oscilou nos últimos meses diante dos desafios à recuperação mundial, como surtos de Covid-19, aperto monetário nos Estados Unidos e demanda mais fraca na China. Mas mesmo com a retomada do minério de ferro nas últimas seis semanas, os preços ainda estão quase 50% abaixo da máxima deste ano atingida em maio.

Autoridades chinesas reiteraram a abordagem Covid Zero em meio a um surto em Xi’an, onde alguns fabricantes começaram a relatar impactos à produção. A Organização Mundial da Saúde alertou para obstáculos no combate à pandemia, já que é improvável que o vírus que causa a Covid-19 desapareça completamente.

Os contratos futuros do minério de ferro chegaram a subir quase 5%, para US$ 122,65 a tonelada, e eram negociados a US$ 118,50 às 15h48 de Singapura. Os preços em Dalian fecharam com alta de 1,1%, enquanto os contratos futuros de vergalhão e bobina a quente caíram em Xangai.

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