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Minério segue acima de US$ 100 com Vale e dados na China em foco

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O minério de ferro se manteve acima de US$ 100 a tonelada em Singapura em meio à avaliação de investidores sobre a redução da estimativa de produção da Vale e o ritmo do setor de manufatura na China.

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A Vale cortou o guidance de produção para este ano e divulgou projeção abaixo do esperado para 2022. A empresa agora espera produzir entre 315 milhões e 320 milhões de toneladas de minério este ano, em comparação com o guidance anterior de 315 milhões a 335 milhões de toneladas. No ano que vem, a mineradora prevê produzir de 320 milhões a 335 milhões de toneladas em relação a um consenso de 346 milhões de toneladas entre analistas.

A segunda maior produtora de minério do mundo vê os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim como o ponto de inflexão para o insumo siderúrgico. Os preços podem continuar a cair no período que antecede a Olimpíada, antes de uma provável reversão da tendência no segundo e terceiro trimestres do ano que vem, disse a empresa. A Vale acrescentou que os preços não devem cair muito abaixo de US$ 90 a tonelada ou ultrapassar US$ 120.

As negociações com o minério de ferro são marcadas por forte volatilidade este ano. As cotações chegaram a superar a máxima de US$ 230 em maio, mas ficaram abaixo de US$ 85 no início do mês, em reação às medidas restritivas da China para o setor imobiliário bem como limites à produção e poluição. A matéria-prima deu um salto de 6,8% na segunda-feira com o otimismo em relação à reposição dos estoques em usinas chinesas.

Expectativas de aumento da produção de siderúrgicas da China após cortes de produção mais altos do que o esperado este ano e melhora das perspectivas para a atividade manufatureira fortalecem o cenário para a demanda por minério de ferro. O índice oficial dos gerentes de compras do setor de manufatura da China ficou acima de 50, o que indica expansão da produção pela primeira vez em três meses.

“No curto prazo, a melhora das margens de lucro das usinas impulsionará o reabastecimento e, portanto, uma recuperação moderada para o minério de ferro”, escreveu a Huatai Futures em nota. No entanto, é improvável que haja uma reversão acentuada no consumo de aço, e o minério de ferro ainda será restringido pelos altos níveis de estoque, disse a empresa.

Os futuros do minério de ferro mostravam pouca variação, cotados a US$ 102,45 a tonelada às 15h18 de Singapura. Os preços em Dalian fecharam com baixa de 0,8%. Os futuros do vergalhão de aço e da bobina a quente subiram em Xangai.

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